quinta-feira, 14 de março de 2013

D* e os ciganos

Não sou uma pessoa racista. Já aqui escrevi várias vezes que não julgo ninguém pela aparência,  pela cor, pela etnia, pelo que seja, mas há uma certa etnia que cada vez merece menos o meu respeito. Os ciganos. São pessoas completamente mal educadas, acham-se os maiores, recebem a conta de quem desconta para os seus chorudos rendimentos, não contribuem em nada para a riqueza do país e ainda falam de peito feito que são uma raça especial. Para mim, sinceramente são pessoas totalmente dispensáveis e comigo não ganham nem mais um tostão. E venha de lá quem vier a minha opinião é mesmo esta, que o racismo contra eles são eles que o provocam e não tenho qualquer tipo de problema de o dizer a qualquer um que seja. As ultimas experiências com ciganos não tem sido as melhores, e até já adoptei um pequeno sapinho de louça, fofinho, fofinho, para ver se eles largam aqui a porta da loja, mas ao que parece isto não resulta. Ora então, arranjámos cinco pares de calças a um cigano aqui vizinho, dono de um pequeno império, porque não paga impostos, porque vende a descarada na garagem sem pagar um único cêntimo de impostos. Bom, estava eu a dizer que lhe arranjamos cinco pares de calças, um verdadeiro milagre de transformar umas calças 38 num 44, e reforçamos os botões de um casaco de pele, mais bainhas e outras coisas, ainda lhe fizemos o preço mais baixo do que é costume, porque já sabemos que ele reclama sempre, e não é que o Homem hoje quando vem buscar as coisas ainda acha caro, que somos umas exploradoras, que isto e aquilo. Como é óbvio  não me calei, quem me conhece sabe que não me calo a estas situações, fiz questão de lhe dizer que tinha pago menos, mas que para a próxima então que pergunte os preços, ou então que não pergunte mas que nem sequer entre, porque o dinheiro que ele paga não compensa sequer as chatices que ele dá. Obviamente ele saiu da loja a desejar-me tudo e mais alguma coisa, mas nada em bom. Tudo do mau para cima. Por mim, são mesmo pessoas que não interessam a sociedade em nada de nada

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