quinta-feira, 5 de maio de 2011

Caros senhores da Caixa Geral de Depositos

Sempre que vou as vossas instalações só me dá vontade de desatar a chapada a toda a gente para ver se acordam, e olhem que geralmente vou a seguir ao almoço, logo a hora de adormecimento já passou há muito. Os vossos funcionários parecem robôs do século passado que tem de pedir autorização á mão direita para mexer a esquerda e isto dá num tempo de espera muito superior ao que geralmente se espera nos outros bancos, sendo a vossa media de duas pessoas por hora. Sinceramente parece que estão todos a chamar a morte, o que faz com que uma pessoa, quando lá vai, tenha de se despedir previamente da família e amigos, pois possivelmente não os vê tão cedo. Ainda assim, o que me dá mesmo, mas mesmo vontade de distribuir estalos a toda a gente é mesmo o facto de deixarem um a atender e os outros estarem em amena cavaqueira nos seus gabinetes. E não há cá chamar mais alguém para ajudar, porque "embora haja dois balcões, nessa função só pertence estar uma pessoa", o que só da vontade de dizer "F****-** mas oh minha senhora eu não tenho a sua vida e gostava de ir dormir a casa, e se estão dois balcões é porque se calhar há por ai mais alguém capacitado para atender pessoas e não deixar que a fila ganhe quilómetros".
Espero sinceramente que levem em atenção a este desabafo.

Beijinhos e abracinhos

4 comentários:

kishikiari disse...

essa é a hora da sesta lol

Marta disse...

É uma coisa tipo...função publica ;), devagar, devagarinho.

Anónimo disse...

De facto trata-se de um Banco que é de todos. Julgo que temos a obrigação de fiscalizar esses senhores. Por isso há que pedir para falar com o responsável e de seguida expor no livro de reclamações

CoisasDaGaja disse...

ahahahaha! Tens toda a razão! São do pior. Aliás são o exemplo do que um péssimo funcionário deve ser. "Sinceramente parece que estão todos a chamar a morte, o que faz com que uma pessoa, quando lá vai, tenha de se despedir previamente da família e amigos, pois possivelmente não os vê tão cedo" Esta frase arrancou-me gargalhadas!

De qualquer das formas nós, portugueses, devíamos falar menos e escrever mais naqueles livrinhos que eles lá têm que foram feitos para isso mesmo. É que só falamos mas depois ficamos quietinhos...