Tenho escuteirado por terras de Almourol!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Eu estou aqui....
Não fugi, não fui raptada por aliens, não me saiu o Euromilhões (com grande pena minha, é verdade), mas não tenho tido tempo para escrever nada, e para ser sincera nem assuntos. A minha vida resume-se a trabalho, loja e casa, resolver problemas alheios também tem sido um dos meus "passatempos". Escuteirar aos fins-de-semana e pouco mais que o M. não tem vindo cá acima, e quando vem chateamos-nos. Portanto... vida fácil não é por aqui! O que eu dava para estar naquelas praias paradisiacas, com um moço bem parecido a abanicar-me e um lote de sumos de fruta a escolha.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Não sei se ria, não sei se chore, não sei se o mate...
O meu homem informou-me que o seu afilhado de 8 anos apagou todas as fotografias da máquina fotográfica dele. Até aqui tudo bem... não fosse o caso de ele não ter idade para brincar com uma máquina fotográfica, e o caso de já não ser a primeira vez que isso acontece, e ainda o caso de lá estarem as MINHAS fotografias das férias em Tarifa. É que as que meu homem aparece estavam na minha maquina e estão bem, já eu desapareci para todo o sempre no infinito e é como se ele tivesse ido de férias sozinho.
A reter:
Nunca mais voltar a confiar nele as minhas fotografias.
Nunca mais, caso ele tire fotografias minhas, deixar que ele entre em casa, sem antes me passar todas elas para o meu computador.
Obriga-lo a voltar lá para poder repetir todas as fotos que tinha minhas.
A reter:
Nunca mais voltar a confiar nele as minhas fotografias.
Nunca mais, caso ele tire fotografias minhas, deixar que ele entre em casa, sem antes me passar todas elas para o meu computador.
Obriga-lo a voltar lá para poder repetir todas as fotos que tinha minhas.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Ainda em relação aos amuos...
Esqueci-me de referir que outra pessoa bastante dificil de aturar neste meu estado temperamental é o meu boss. É que ele fala pelos cotovelos, sozinho, coisas sem jeito nenhum enquanto anda a divagar pelo google earth, coisas que não me interessam para nada e que me fazem ter vontade de o espancar. Neste momento tenho a minha cabeça a mil, prestes a explodir.
Precisava tanto de hibernar sem data de retorno!
Precisava tanto de hibernar sem data de retorno!
Amuos
Quando as coisas não me correm de feição, sou menina para andar amuada durante muitos dias. Obviamente não chateio ninguém com os meus amuos, nem sequer respondo mal a quem fala comigo, mas se não me falarem também não me aflige grande coisa. O que eu quero mesmo, nestas situações, é estar no meu canto e que não reparem em mim. Gosto de estar no meu mundo.
Ora, nestes dias, o mais difícil de controlar é a minha mãe, que tem exactamente o mesmo feitio que eu, mas que, infelizmente, não amua nos mesmos dias que eu, de modos que, fala pelos cotovelos, e se obtém como resposta apenas um sim, ou um não, ou um talvez, começa a bombardear-me com perguntas e mais perguntas. E nisto ela é igualzinha a senhora sua mãe, que dá por nome de minha querida avó. Enquanto não me bombardeiam as duas até a exaustão com perguntas não descansam, e eu lá vou respondendo contrariada os meus monossílabos, quando na verdade o que tenho vontade é de largar a chapada a toda a gente, mais a uns do que a outros. Como é que é possível conviverem há 27 anos com a minha pessoa e ainda não perceberem como lidar comigo? Eu, do alto dos meus "pequenos" 27 anos sei perfeitamente que quando a minha mãe está amuada que não vale a pena perguntar nada, assim como assim não vou obter resposta, pelo que deixo a poeira assentar e quando ela quiser ela diz. Com a minha avó exactamente igual, portanto custa-me perceber como é que elas ainda não entenderam isso. É chato estar amuado, que é. Mas ainda é mais chato ter de responder com palavras quase tiradas a ferro.
Ora, nestes dias, o mais difícil de controlar é a minha mãe, que tem exactamente o mesmo feitio que eu, mas que, infelizmente, não amua nos mesmos dias que eu, de modos que, fala pelos cotovelos, e se obtém como resposta apenas um sim, ou um não, ou um talvez, começa a bombardear-me com perguntas e mais perguntas. E nisto ela é igualzinha a senhora sua mãe, que dá por nome de minha querida avó. Enquanto não me bombardeiam as duas até a exaustão com perguntas não descansam, e eu lá vou respondendo contrariada os meus monossílabos, quando na verdade o que tenho vontade é de largar a chapada a toda a gente, mais a uns do que a outros. Como é que é possível conviverem há 27 anos com a minha pessoa e ainda não perceberem como lidar comigo? Eu, do alto dos meus "pequenos" 27 anos sei perfeitamente que quando a minha mãe está amuada que não vale a pena perguntar nada, assim como assim não vou obter resposta, pelo que deixo a poeira assentar e quando ela quiser ela diz. Com a minha avó exactamente igual, portanto custa-me perceber como é que elas ainda não entenderam isso. É chato estar amuado, que é. Mas ainda é mais chato ter de responder com palavras quase tiradas a ferro.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
E a ventania que está hoje outra vez????
Se virem por aí um contentor branco a voar, provavelmente é o meu escritorio.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Da actualidade
Quando decidi ingressar no ensino superior, os meus pais, que nunca foram de nadar em dinheiro mas que tinham as suas poupanças, só me impuseram a condição de ser uma universidade publica e o mais perto possível de casa. Ora, eu, que sempre tive contacto com a realidade em que vivia, ao concorrer, preenchi apenas dois quadrados, dos seis disponíveis, para tentar entrar, e nem a persistencia da senhora que recebeu a a minha candidatura me fez alterar a minha ideia. Concorri apenas a Faculdade de Letras de Lisboa e a Universidade Nova. Entrei, para minha felicidade na minha primeira escolha.
Analisando todos os anos que lá estive, a grande dificuldade passou, essencialmente, pelo pagamento das propinas, mesmo faseado que fosse, é sempre moça no orçamento, tudo o resto se leva, com mais calma. Hoje, ao abrir as paginas dos jornais vi que algumas Universidades Publicas vão ter propinas de 4000€ e pensei "será que saem de lá já com doutoramento e tudo?", 4000€ nos dias de hoje é imenso dinheiro, e muito acima daquilo que uma família pode pagar pelos estudos do seu dependente, fora livros, estadia e comida. Parece-me, acima de tudo, que estão a fechar cada vez mais as oportunidades a quem quer fazer alguma coisa da vida, porque quem menos pode pagar é quem mais quer chegar longe, porque vai haver sempre os que podem pagar e que depois andam lá a passear os livros, anos a fio só porque sim.
Analisando todos os anos que lá estive, a grande dificuldade passou, essencialmente, pelo pagamento das propinas, mesmo faseado que fosse, é sempre moça no orçamento, tudo o resto se leva, com mais calma. Hoje, ao abrir as paginas dos jornais vi que algumas Universidades Publicas vão ter propinas de 4000€ e pensei "será que saem de lá já com doutoramento e tudo?", 4000€ nos dias de hoje é imenso dinheiro, e muito acima daquilo que uma família pode pagar pelos estudos do seu dependente, fora livros, estadia e comida. Parece-me, acima de tudo, que estão a fechar cada vez mais as oportunidades a quem quer fazer alguma coisa da vida, porque quem menos pode pagar é quem mais quer chegar longe, porque vai haver sempre os que podem pagar e que depois andam lá a passear os livros, anos a fio só porque sim.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Uma pessoa está umas horas sem ligar o blogue e quando cá volta está o caos instalado na blogosfera. Mas quem... quem é que hoje em dia não tem desejos que estão acima das nossas possibilidades? Quem é que não deseja coisas que sabe que nunca poderá vir a ter? Sejam menos meninos e aproveitem esta vida que é só uma...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Dos Bombeiros
Eu não tenho nada contra os bombeiros, a serio que não, e ajudo quando posso. Fazendo eu parte, também de uma associação voluntaria, só podia mesmo estar do lado deles, mas irrita-me que todos os dias estejam nas rotundas a pedir para lhes comprarmos rifas, ou para contribuirmos com alguma coisa. Eu gostava, a serio que gostava, e sei que são voluntários, e que precisam de encher os depositos das ambulancias e dos carros de bombeiros e tudo mais, mas se for contribuir em todas as rotundas por que passo, todos os dias, ao fim de dois dias estou eu capaz de ir pedir também para a as rotundas. E depois ainda fazem aquela cara de ofendidos se não paramos, ou se paramos e não contribuimos. Eh pá tenham dó... não ando a semear dinheiro em casa, nem ele me cresce na varanda.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Porque hoje acordei bem disposta!
Tomem lá esta musiquinha, com direito a letra e tudo para poderem fazer o momento karaoke da semana!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Aos senhores das águas de Santarém
Caros senhores
Venho por este meio expressar o meu descontentamento. Ontem, quando o carteiro me entregou a vossa carta na minha loja, senti-me feliz, ora isto assim não faz sentido, mas passo já a explicar. Quando recebi a vossa carta, em meu nome, senti-me uma pessoa adulta, capaz de já ter as suas proprias despesas e de receber correspondência que não seja publicidade daquela que não interessa nem as crianças. Mas desde logo esse sentimento me passou. Ao abrir a vossa carta, deparei-me com uma conta de 27€ de agua. Ora, qual não é o meu espanto, que ao analisar detalhadamente o valor, percebo que o consumo de água está a zeros... sim a zeros, nem uma gota de água gasta, e que o valor corresponde a taxas e mais taxas e residuos solidos de caixotes do lixo que não utilizo. Claro que, posto isto, devem compreender que foi inevitavel rogar-vos algumas pragas, é que em minha casa, um concelho ao lado, pagamos esse valor por 4 pessoas a tomar banho todos os dias, onde, efectivamente se gasta água!
Depreendo ainda que compreendem se os vossos trabalhadores começarem a queixar-se que existem sacos e sacos de tecidos por esses caixotes fora, é que se pago, pelo menos sirvo-me!
Desta forma, peço que não roubem tanto e tão descaradamente, quem, como eu, tenta ganhar o seu dinheirinho honestamente, pois não vou começar a incluir taxas nas bainhas e arranjos que me pedirem, certo?
Cumprimentos
D*
Venho por este meio expressar o meu descontentamento. Ontem, quando o carteiro me entregou a vossa carta na minha loja, senti-me feliz, ora isto assim não faz sentido, mas passo já a explicar. Quando recebi a vossa carta, em meu nome, senti-me uma pessoa adulta, capaz de já ter as suas proprias despesas e de receber correspondência que não seja publicidade daquela que não interessa nem as crianças. Mas desde logo esse sentimento me passou. Ao abrir a vossa carta, deparei-me com uma conta de 27€ de agua. Ora, qual não é o meu espanto, que ao analisar detalhadamente o valor, percebo que o consumo de água está a zeros... sim a zeros, nem uma gota de água gasta, e que o valor corresponde a taxas e mais taxas e residuos solidos de caixotes do lixo que não utilizo. Claro que, posto isto, devem compreender que foi inevitavel rogar-vos algumas pragas, é que em minha casa, um concelho ao lado, pagamos esse valor por 4 pessoas a tomar banho todos os dias, onde, efectivamente se gasta água!
Depreendo ainda que compreendem se os vossos trabalhadores começarem a queixar-se que existem sacos e sacos de tecidos por esses caixotes fora, é que se pago, pelo menos sirvo-me!
Desta forma, peço que não roubem tanto e tão descaradamente, quem, como eu, tenta ganhar o seu dinheirinho honestamente, pois não vou começar a incluir taxas nas bainhas e arranjos que me pedirem, certo?
Cumprimentos
D*
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sábado, 29 de dezembro de 2012
Ainda ando por cá...
O Natal passou-se e não havendo pedidos para este ano, as prendas foram boas. O M. esteve de férias e eu também, mas as loja não me deu descanso (assim como continua a não dar) e acabei por não passar muito tempo para ele.
Deste ano que passou não há muito para dizer, foi um ano não muito bom, que só melhorou na recta final. O melhor foram as férias, o pior foram tantas coisas que nem vale a pena enumerar. Para o ano só peço saúde um trabalho na minha área, alegria para mim e para todos os que me rodeiam, porque para tristezas já basta o resto, e que a loja continue a crescer cada vez mais.
Para os meus amores mais lindos do coração desejo que concretizem tudo o que desejarem para vós.
Deste ano que passou não há muito para dizer, foi um ano não muito bom, que só melhorou na recta final. O melhor foram as férias, o pior foram tantas coisas que nem vale a pena enumerar. Para o ano só peço saúde um trabalho na minha área, alegria para mim e para todos os que me rodeiam, porque para tristezas já basta o resto, e que a loja continue a crescer cada vez mais.
Para os meus amores mais lindos do coração desejo que concretizem tudo o que desejarem para vós.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Dos feltros...
A árvore de Natal da loja está feita. Este ano não fizemos em casa, mas na loja não escapou e apesar do pouco tempo, houve tempo para fazer uma árvore de Natal personalizada com vestidos e calções e etc. Ainda não estão cheios (os enfeites), fica para o ano, mas ainda assim é uma árvore bastante gabada.
Estas foram as minhas ultimas encomendas. Livros de Baptismo para duas meninas gémeas e uma mantinha polar para a Francisca. Os livros foram feitos de raiz, desde paginas a capa e tudinho cosido a mão. A manta também foi toda cosida a mão, com excepção feita para a fita a volta, que a mãe fez questão de coser a maquina.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Na indecisão compram-se os dois
O meu homem chegou ontem de Beja e apareceu-me la em casa com a minha prenda de anos. E se tenho sempre uma desconfiança do que me vai calhar, este ano estava completamente as escuras. Eis que me aparece com um saco da Modalfa e eu ja contentinha a esfregar as mãozinhas a pensar que era roupinha-que-calha-sempre-bem-e-que-adoro-receber, que o meu homem tem muito bom gosto para me comprar trapinhos. Qual não é o meu espanto ao abrir o saco, que me "saltam" de lá de dentro dois perfumes, o Chanel Madmoiselle e o Chanel 5. Fiquei radiante, adoro os dois, embora penda mais para o primeiro, mas não resisti a perguntar-lhe porquê os dois, que bastava um e eu já me dava por satisfeita, ao que ele responde que como não sabia qual eu gostava mais achou por bem trazer os dois, sem direito a ir lá devolver nenhum, que é um para o inverno e outro para o verão. E eu dei pulinhos de contente, que isto de andar a cheirar bem nunca é demais e tenho perfume até 2025!
O meu homem é decididamente o melhor do mundo!
O meu homem é decididamente o melhor do mundo!
Estou com duvidas!
Hoje completo 6 anos de namoro.
Hoje acaba (supostamente) o mundo.
A duvida que mais me assola a mente é: compro ou não prenda ao M.? e as do Natal? vale a pena investir uns trocados nas milhentas prendas que tenho para comprar ou deixo-me estar sussegadita e, se entretanto o mundo não acabar hoje, acaba dia 25 (para mim) porque não comprei nada para ninguém?
Hoje acaba (supostamente) o mundo.
A duvida que mais me assola a mente é: compro ou não prenda ao M.? e as do Natal? vale a pena investir uns trocados nas milhentas prendas que tenho para comprar ou deixo-me estar sussegadita e, se entretanto o mundo não acabar hoje, acaba dia 25 (para mim) porque não comprei nada para ninguém?
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Querido Pai Natal!
Este natal
não quero abusar
quero apenas paz
para não me passar!
Só peço um trabalho novo
que seja em arqueologia
porque se não
vou ficar doida um dia!
Sapatos e casacos
são coisas que dão jeito
mas peço por favor
que sejam coisas com preceito
Os panos da loiça
podem contigo ficar
mas o Ipad
vinha mesmo a calhar!
não quero abusar
quero apenas paz
para não me passar!
Só peço um trabalho novo
que seja em arqueologia
porque se não
vou ficar doida um dia!
Sapatos e casacos
são coisas que dão jeito
mas peço por favor
que sejam coisas com preceito
Os panos da loiça
podem contigo ficar
mas o Ipad
vinha mesmo a calhar!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Ora bem o dia de anos passou-se. Estive a acampar e uma das melhores prendas que recebi foi os parabéns de todos os meus meninos, que se portam terrivelmente mal, mas que depois são uns docinhos de derreter o coração. Graças a isto estou com uma gripe de andar pelas horas da morte e com uma voz mais rouca que o Olavo Bilac. O meu homem diz que é sexy, eu não acho e só quero algo que me acalme esta rouquidão. De presentes recebi uma camisola e um vestido, uma gola de lã, quentinha que só ela e dinheiro.
Como "prenda" dos patrões recebi a visita da neta durante toda esta semana, uma miúda mal educada que trata mal toda a gente e que acha que pode fazer o que quer. Comigo dá-se mal, não aturo mal-criadices nem tenho sequer paciência para tal. Em dias bons, ainda vai que não vai, agora com a gripe que tenho... nã... nem pensar! Já recebo mal para o que faço, quanto mais para fazer de educadora de infância!
Como "prenda" dos patrões recebi a visita da neta durante toda esta semana, uma miúda mal educada que trata mal toda a gente e que acha que pode fazer o que quer. Comigo dá-se mal, não aturo mal-criadices nem tenho sequer paciência para tal. Em dias bons, ainda vai que não vai, agora com a gripe que tenho... nã... nem pensar! Já recebo mal para o que faço, quanto mais para fazer de educadora de infância!
domingo, 16 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Há coisas que me revoltam sinceramente. uma delas é estar a ver os meus subsidios (sim... subsidios... férias, que devia ter recebido em junho, e natal) a irem por agua a baixo, porque primeiro estão as prestões todas que os filhos dos bosses têm ao seu encargo. Prestações que deveriam ser pagas com o ordenado que recebem, mas não... o ordenado é o ordenado para as suas despesas basicas, o resto é obrigação da empresa. Acho mal e revolta-me... a serio que sim. Ah e tal não há dinheiro para os subsidios, mas vamos levantar quatrocentos euros da conta da empresa, para o filho mais velho ir comprar as prendas de natal. Ah e tal, não há subsidios, mas vamos levantar mais duzentos euros para enviar para o filho que está a estudar para engenheiro na Polonia. Fico doida com isto...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Quando ouço falar em subsidios até me dá vontade de chorar...
Não, não faço parte dos funcionarios publicos, não... não fiquei sem direito a eles. Sou só empregada num sitio em que primeiro estão os luxos e depois os deveres. Já estamos em Dezembro, do subsidio de férias nem sinal e pelo andar da carruagem o de natal vai pelo mesmo caminho!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Já Abriu... Já abriu...
Finalmente já não há paredes para limpar nem autocolantes para descolar. Até o senhor da imobiliaria pensou que se tinha enganado na loja, quando foi a minha procura.
Temos recebido bastantes elogios com os quais, modestia a parte, concordo bastante.
Ainda não espalhei publicidade, mas logo no primeiro dia apareceu imensa gente. É esperar que corra tudo bem.
Para quem for de Santarém é irem lá visitar.
Rua Cidade de Lisboa
Loja esq. nº 7
Santarém
Temos recebido bastantes elogios com os quais, modestia a parte, concordo bastante.
Ainda não espalhei publicidade, mas logo no primeiro dia apareceu imensa gente. É esperar que corra tudo bem.
Para quem for de Santarém é irem lá visitar.
Rua Cidade de Lisboa
Loja esq. nº 7
Santarém
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Estamos a 4 de Dezembro e lá em casa não pára nada que identifique que o Natal já lá chegou. Nada... nem arvore de Natal, nem presépio, nem uma simples bola vermelha, nem prendas... nada de nada...
Numa altura em que para todo o lado que me vire só vejo bolas e luzes e fitas e boas festas, ao que parece ainda não fui picada pelo bicho do Natal, este ano. Até já o M. tem as prendas compradas e ele deixa sempre isso para dia 24. Sinto-me noutro planeta...
Numa altura em que para todo o lado que me vire só vejo bolas e luzes e fitas e boas festas, ao que parece ainda não fui picada pelo bicho do Natal, este ano. Até já o M. tem as prendas compradas e ele deixa sempre isso para dia 24. Sinto-me noutro planeta...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Estou de volta ao trabalho. Os ultimos dias foram passados a correr de um lado para o outro, a limpar, a esfregar e a arrumar, mas ainda falta fazer imensas coisas. Das férias nem tempo deu para descansar, aliás, tenho para mim que venho mais cansada delas, do que propriamente se estivesse a trabalhar a semana toda.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Férias....
Pois é... amanhã entro de férias. E entro de férias para ir passear?? Não. Entro de férias para ir as compras para o natal?? Também não. Entro de férias porque a minha cabeça já não dá mais que isto?? Podia ser, mas também não é por isso. Entro de férias porque preciso de limpar toda uma loja fechada há mais de um ano. Entro de férias porque preciso de ir pedir a luz, a agua, o horário de trabalho, a higiene e segurança, tirar todos os autocolantes espelhados que estão nos vidros (são centenas) e todo um sem fim de coisas que têm de ser feitas até segunda feira.
Quando escolhi aquela loja, a terceira opção, achei que pelo menos o conteúdo que já lá estava seriam os senhorios a tirar, afinal de contas o material pertence-lhes, mas afinal não. Ele é armários ele é centenas e centenas de dossiers do antigo escritório que lá estava, ele é secretarias, ele é cadeiras e eu só penso onde é que vou enfiar aquilo tudo. Os armários e as secretarias facilmente lhes dou função, agora os dossiers (e o conteúdo) cheira-me que vai parar tudo ao lixo. É que o tempo, e a paciência, não abunda e eu quero arrancar com tudo o mais depressa possível!
Quando escolhi aquela loja, a terceira opção, achei que pelo menos o conteúdo que já lá estava seriam os senhorios a tirar, afinal de contas o material pertence-lhes, mas afinal não. Ele é armários ele é centenas e centenas de dossiers do antigo escritório que lá estava, ele é secretarias, ele é cadeiras e eu só penso onde é que vou enfiar aquilo tudo. Os armários e as secretarias facilmente lhes dou função, agora os dossiers (e o conteúdo) cheira-me que vai parar tudo ao lixo. É que o tempo, e a paciência, não abunda e eu quero arrancar com tudo o mais depressa possível!
sábado, 24 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Há pessoas que de tanto querer ajudar só atrapalham. E lançam confusões nas nossas cabeças que só nos fazem perder horas de sono e horas em pesquisa na internet para certificar o que disseram, para depois se vir a perceber que não nada como disseram. Eu percebo isso... mas a minha mãe não... e o que é dificil explicar-lhe estas coisas???
A minha sorte é que a contabilista que arranjei é mesmo, mesmo fofinha e explica tudo muito bem!
A minha sorte é que a contabilista que arranjei é mesmo, mesmo fofinha e explica tudo muito bem!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Opiniãozinha!!!
Quem gosta do nome Ponto sem nó, que ponha o bracinho no ar. (que-é-como-quem-diz-que-diga-de-sua-justiça-na-caixa-de-comentarios)
Obrigadinha a todos os meus amores que deram idéias para os nomes. Acabamos por escolher este que foi o que a minha mãe se lembrou!
Obrigadinha a todos os meus amores que deram idéias para os nomes. Acabamos por escolher este que foi o que a minha mãe se lembrou!
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Da loja #1
Quando a minha mãe me apresentou a proposta de ficarmos com a loja onde agora trabalha, nunca pensei que as coisas fossem tão difíceis de resolver. Sabia a partida que não iria ser fácil, para nós nada é fácil, mas daí a ter tantos entraves como tenho tido estava longe de imaginar. Se de inicio foi a patroa da minha mãe que voltou com a palavra atrás em vender-nos as coisas, depois de já termos tudo novamente encaminhado, com loja escolhida e tudo, foi a vez de ficarmos sem espaço. O senhor que nos ia alugar a loja, aquela que era mesmo a nossa cara, que era mesmo aquilo que queríamos e precisávamos e que era de todas as que tínhamos visto, aquela onde nos tínhamos sentido melhor, mudou de ideias e já não quer alugar. Diz que prefere vender. Ficámos como se nos tivessem tirado o tapete debaixo dos pés. A minha mãe, pessimista por natureza, quis desistir de tudo, e eu, confesso, que por dois segundos também isso me passou pela cabeça. Mas passados esses dois segundo foi o levantar a cabeça e seguir em frente, procurar novamente um local, dentro da zona que queremos, e não está fácil. As hipóteses estão a esgotar e estou a ver tudo a fugir por entre os dedos e é tão difícil... É difícil não deixar a minha mãe desanimar, é difícil tentar remar contra a maré e montar para ela aquilo que ela mais quer, mas não vou desistir. Como costumo dizer... enquanto há vida há ESPERANÇA!!!
Do dia de hoje...
"Dia de sucesso as criticas e apoios podem exceder as suas expectativas"
Maya... Maya... se assim não for... temos contas a ajustar!
Maya... Maya... se assim não for... temos contas a ajustar!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Racismo
Nunca na minha vida achei que fosse uma pessoa racista. Tanto me dou bem com brancos como com pretos (vamos chamar as coisas pelos nomes) e um dos meus melhores amigos na primaria era o Ochoa, um pretinho pequenino que me deixou cortar um dos seus pequenos caracóis quando foi morar para outro sitio. Também já tive um grande amigo cigano, e sempre vivi bem com tudo isto. Ao longo dos anos sempre fui das primeiras pessoas a defender quando os preconceitos alheios vêm ao de cima. Mas há certas situações em que também reconheço que são os próprios a provocar o racismo contra eles.
Aqui há umas semanas na feira que se realizou por cá e a qual só fui comprar castanhas e chocolates uma jovem cigana (vamos novamente chamar as coisas pelos nomes ok?) acompanhada de outra perguntou-me se estava interessada num dos seus perfumes, ao que eu, educadamente e repito EDUCADAMENTE, respondi "obrigada, mas não estou interessada" e segui caminho, quando dois passos a frente oiço uma dizer para a outra "deixa lá, elas (eu e a minha mãe) não querem porque gostam de andar a cheirar mal". Ora perante isto só me restou voltar atrás e novamente EDUCADAMENTE perguntar se tal observação era comigo, sujeita a que viessem de lá uns trinta dispostos a correr comigo, que nestes casos há sempre uns quantos escondidos a espera de afinfar em alguém. Ela lá respondeu a medo que não, que não era comigo (pois... pois) e segui caminho. Não entendo o que leva estas pessoas a achar que podem fazer todo o tipo de comentários que lhes passa pela mente, desdenhar de quem lhes paga para viver, sim porque sou eu e todos os outros que descontam que lhes pagam as rendas das casas e os subsídios chorudos que recebem, já para não falar dos produtos que adquirimos (da minha parte cada vez menos) nas feiras.
Ontem, num continente perto de mim, a hora de almoço, fui comprar umas coisas que me faziam falta e dirigi-me a caixa. Estava uma senhora a pagar as compras, um senhor e um cesto abandonado. Perguntei ao senhor se o cesto era dele, ao que ele me respondeu que não, e que não tinha visto ninguém Agarrei nas minhas coisinhas e pus em cima do tapete e deixei-me estar calmamente a espera que o senhor acabasse de pagar as suas coisa. Estava então eu nos meus pensamentos, quando chegou uma senhora que pediu "com licença" e eu desviei-me do cesto, não achando que o que ela queria era passar a frente, e continuei no mesmo lugar da fila. A senhora começou a atirar com as coisas(comida) para o tapete, coisas essas que me acertaram e que me magoaram, que se juntaram as minhas, mas sempre a insultar-me, que eu era uma mal-educada, mal formada, que tinha passado a frente na fila.Calmamente tirei o separador das compras e separei as minhas das dela e aqui a coisa descambou. Disse-me directamente que eu era mal-educada porque lhe tinha passado a frente. Lá lhe expliquei a situação, que quando cheguei não estava ninguém com o cesto, que o cesto não garante o lugar na fila e que se precisava de fazer mais compras então que tivesse levado o cesto. Ela lá continuou na ladainha aos gritos e eu voltei a explicar, calmamente, que não podia ser assim, que tinha de haver respeito e que se assim fosse o que não faltava era pessoas a porem os carrinhos vazios na fila para garantirem o lugar e irem alegremente fazer as suas compras porque havia um esperto que tinha agido como melhor lhe convinha. A senhora, educada e formada que só ela, deu-me um empurrão, que já que lhe tinha passado a frente então que continuasse para pagar as minhas coisas, que não sabias quem ela era, que era uma racista e xenófoba, porque só estava a fazer isto por ela não ser do meu pais, que tinha vindo para cá há quarenta anos e que isto era uma miséria, que trabalhava nas urgências e que salvava vidas e lá continuou a desfiar argumentos como contas de rosário há no terço. Disse-lhe simplesmente que comigo ela não falava assim, que ela também não sabia quem eu era, paguei as compras e vim embora. Tudo isto perante o olhar inexpressivo da menina da caixa, que nem esperteza para chamar um superior teve. Agora pergunto eu havia necessidade desta confusão toda? Como é possível reagir a insinuações assim sem generalizar? Como é possível ser atacada desta maneira quando não fiz nada de mal e até estou no meu próprio pais, a cumprir as leis e regras que me são impostas? Como é que é possível uma pessoa explicar alguma coisa sem que se sintam logo atacados pela cor ou pela etnia? É difícil lidar com pessoas que embora formadas, não tenham um pingo de educação, onde o preconceito e o racismo começam precisamente na cabeça delas. É por estas e por outras que depois andamos todos a remar para lados diferentes, porque o preconceito começa na cabeça de quem se acha mais fraco, porque depois acabam por tirar do serio pessoas como eu que depois começam a tomar todos pela mesma medida. É triste, mas é verdade!
Aqui há umas semanas na feira que se realizou por cá e a qual só fui comprar castanhas e chocolates uma jovem cigana (vamos novamente chamar as coisas pelos nomes ok?) acompanhada de outra perguntou-me se estava interessada num dos seus perfumes, ao que eu, educadamente e repito EDUCADAMENTE, respondi "obrigada, mas não estou interessada" e segui caminho, quando dois passos a frente oiço uma dizer para a outra "deixa lá, elas (eu e a minha mãe) não querem porque gostam de andar a cheirar mal". Ora perante isto só me restou voltar atrás e novamente EDUCADAMENTE perguntar se tal observação era comigo, sujeita a que viessem de lá uns trinta dispostos a correr comigo, que nestes casos há sempre uns quantos escondidos a espera de afinfar em alguém. Ela lá respondeu a medo que não, que não era comigo (pois... pois) e segui caminho. Não entendo o que leva estas pessoas a achar que podem fazer todo o tipo de comentários que lhes passa pela mente, desdenhar de quem lhes paga para viver, sim porque sou eu e todos os outros que descontam que lhes pagam as rendas das casas e os subsídios chorudos que recebem, já para não falar dos produtos que adquirimos (da minha parte cada vez menos) nas feiras.
Ontem, num continente perto de mim, a hora de almoço, fui comprar umas coisas que me faziam falta e dirigi-me a caixa. Estava uma senhora a pagar as compras, um senhor e um cesto abandonado. Perguntei ao senhor se o cesto era dele, ao que ele me respondeu que não, e que não tinha visto ninguém Agarrei nas minhas coisinhas e pus em cima do tapete e deixei-me estar calmamente a espera que o senhor acabasse de pagar as suas coisa. Estava então eu nos meus pensamentos, quando chegou uma senhora que pediu "com licença" e eu desviei-me do cesto, não achando que o que ela queria era passar a frente, e continuei no mesmo lugar da fila. A senhora começou a atirar com as coisas(comida) para o tapete, coisas essas que me acertaram e que me magoaram, que se juntaram as minhas, mas sempre a insultar-me, que eu era uma mal-educada, mal formada, que tinha passado a frente na fila.Calmamente tirei o separador das compras e separei as minhas das dela e aqui a coisa descambou. Disse-me directamente que eu era mal-educada porque lhe tinha passado a frente. Lá lhe expliquei a situação, que quando cheguei não estava ninguém com o cesto, que o cesto não garante o lugar na fila e que se precisava de fazer mais compras então que tivesse levado o cesto. Ela lá continuou na ladainha aos gritos e eu voltei a explicar, calmamente, que não podia ser assim, que tinha de haver respeito e que se assim fosse o que não faltava era pessoas a porem os carrinhos vazios na fila para garantirem o lugar e irem alegremente fazer as suas compras porque havia um esperto que tinha agido como melhor lhe convinha. A senhora, educada e formada que só ela, deu-me um empurrão, que já que lhe tinha passado a frente então que continuasse para pagar as minhas coisas, que não sabias quem ela era, que era uma racista e xenófoba, porque só estava a fazer isto por ela não ser do meu pais, que tinha vindo para cá há quarenta anos e que isto era uma miséria, que trabalhava nas urgências e que salvava vidas e lá continuou a desfiar argumentos como contas de rosário há no terço. Disse-lhe simplesmente que comigo ela não falava assim, que ela também não sabia quem eu era, paguei as compras e vim embora. Tudo isto perante o olhar inexpressivo da menina da caixa, que nem esperteza para chamar um superior teve. Agora pergunto eu havia necessidade desta confusão toda? Como é possível reagir a insinuações assim sem generalizar? Como é possível ser atacada desta maneira quando não fiz nada de mal e até estou no meu próprio pais, a cumprir as leis e regras que me são impostas? Como é que é possível uma pessoa explicar alguma coisa sem que se sintam logo atacados pela cor ou pela etnia? É difícil lidar com pessoas que embora formadas, não tenham um pingo de educação, onde o preconceito e o racismo começam precisamente na cabeça delas. É por estas e por outras que depois andamos todos a remar para lados diferentes, porque o preconceito começa na cabeça de quem se acha mais fraco, porque depois acabam por tirar do serio pessoas como eu que depois começam a tomar todos pela mesma medida. É triste, mas é verdade!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
E vai começar novamente a histeria em torno dos vampiros e dos lobos
Há coisas que nunca vou perceber!!!
Da greve
Ah e tal quem fez greve só fez porque queria estar um dia sem trabalhar. Ah e tal no fundo somos uma cambada de calões e encostados que dá o rabinho e mais cinco tostões para passar um dia fora do trabalho. Ah e tal estas coisas não levam a lado nenhum. Ah e tal só leva a que o país fique ainda mais endividado. Ah e tal mimimimimimi, mas o facto é que estamos a chegar a um ponto sem retorno e acredito que ainda vá ficar pior. Se adquirimos esse direito é para o usar quando achamos que nos tão a pisar os calos. Ter o direito a greve e não fazer (quando é preciso) é quase o mesmo que ter direito ao voto mas não votar porque há-de haver quem escolha alguém que nos represente, nem que esse alguém nos ponha, depois, as mãos nos bolsos descaradamente e ainda assobie para o lado. Quem fez foi porque quis, quem não fez foi porque não quis e não há que criticar qualquer das posições.
Não concordo com provocações que acabem em violência os policias são tão humanos como nós, têm as mesmas contas para pagar que nós, mas o meu bom senso também não me deixa concordar com a carga policial que se viu. Bater sem olhar a quem, velhos ou novos, até a quem estava encostado a paredes apenas a assistir não os vai tornar mais fortes nem vai fazer com que este tipo de coisas não volte a acontecer. Alias, vai continuar a acontecer e tenho para mim que cada vez vai ser pior. A questão é se vamos continuar a assobiar para o lado também como se ganhássemos ordenados milionários e como se as medidas a que estamos sujeitos não nos afectassem. Não podemos ser assim tão meninos e ainda estamos numa democracia, não parece, é certo, mas estamos!!
Não concordo com provocações que acabem em violência os policias são tão humanos como nós, têm as mesmas contas para pagar que nós, mas o meu bom senso também não me deixa concordar com a carga policial que se viu. Bater sem olhar a quem, velhos ou novos, até a quem estava encostado a paredes apenas a assistir não os vai tornar mais fortes nem vai fazer com que este tipo de coisas não volte a acontecer. Alias, vai continuar a acontecer e tenho para mim que cada vez vai ser pior. A questão é se vamos continuar a assobiar para o lado também como se ganhássemos ordenados milionários e como se as medidas a que estamos sujeitos não nos afectassem. Não podemos ser assim tão meninos e ainda estamos numa democracia, não parece, é certo, mas estamos!!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Quem me conhece pessoalmente sabe que quando meto uma coisa na cabeça, só se for totalmente impossivel é que eu não faço. Ora, depois do negocio proposto a minha mãe não dar em nada e de por ela ficar tudo como estava até então, aqui a menina não baixou os braços e todos os dias fazia questão de a ir convencendo mais um bocadinho. Ás tantas e já farta de me ouvir lá acedeu a que eu visse umas quantas lojas, na mesma area, e ontem lá foi dia de eu as ver pessoalmente. Á segunda visita disse logo que não queria ver mais nenhuma e que por mim seria aquela, a relação preço/espaço é optima e sempre são menos 150€ de renda que a loja actual onde a minha mae trabalha (com praticamente a mesma area). Hoje irei lá com ela para ela também ver, uma vez que ontem só fui eu e o meu pai, mas em principio será mesmo aquela. Agora só resta tratar de mais uma infinidade de coisas.
E agora entram os meus amores mais lindos do meu coração. Como qualquer loja que se preze precisamos de um nome e eu, aqui publicamente me confesso, tenho muito pouco jeito e criatividade para arranjar um nome que fique no ouvido. Desta forma pergunto aos meus queridos, caso dossem proprietarios de uma loja de arranjos de roupa, que nome lhe dariam? Ajudem esta pobre alma...
E agora entram os meus amores mais lindos do meu coração. Como qualquer loja que se preze precisamos de um nome e eu, aqui publicamente me confesso, tenho muito pouco jeito e criatividade para arranjar um nome que fique no ouvido. Desta forma pergunto aos meus queridos, caso dossem proprietarios de uma loja de arranjos de roupa, que nome lhe dariam? Ajudem esta pobre alma...
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
New in....
Além das galochas que são as minhas melhores amigas, tenho-me perdido por várias outras coisas. Algumas já aqui tinha falado, como é exemplo o par de sapatos amarelo da Primark. Ainda não calcei, não há quem acredite que vou sair com eles a rua, mas a verdade é que estou a espera de um momento especial para os usar. Entretanto apaixonei-me pelos botins, que sendo uma compra de promoção devido a serem da colecção passada, foram um óptimo investimento e vão acompanhar-me ao concerto do Pedrito. O Casio também me chegou as mãos dada a minha paixão por relógios e o anel foi um simples mimo de mim para mim (ok tudo o resto também a excepção do relógio . O casaco verdinho foi no Lidl... era o ultimo e por sorte (ao contrario das galochas...) era mesmo o meu tamanho, não mais o larguei e estou bastante contente com a compra. Não é de marca XPTO mas é bastante quentinho. Analisando preço/qualidade fiquei claramente a ganhar.
Entretanto...
Entretanto...
... consegui finalmente aterrar em casa e fazer a mala para o fim de semana.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Amanhã lá vou eu, alegremente, até terras do Alentejo. O M. só vem daqui por três semanas e como duas já custa a passar, três já é demais, lá vou espalhar encanto por terras de Beja. Portanto esta tarde está mais que visto que vou passa-la a fazer a mala, a resolver recados e a deixar tudo a jeio para que o fim-de-semana corra pelo melhor.
Se virem uma rapariga toda encasacada por lá... possivelmente serei eu!
Se virem uma rapariga toda encasacada por lá... possivelmente serei eu!
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Ainda das galochas
Pois que enquanto não fui ao Jumbo que não descansei. Obviamente que já estava tudo mais que escolhido e galochas pretas as bolinhas nada de nada, só cinzentas e seis números acima do que eu uso. Triste que só eu ainda tive de ir com a minha mãe que me pediu para passarmos por uma loja de chineses para comprar uns envelopes. Ora enquanto ela andava na procura dos envelopes eu, de coração partido, dei uma volta pelos sapatos, que os têm e alguns muito giros, e eis que os meus olhos batem com este exemplar (que na foto não se vê bem) pirosinho que só ele, mas lindos como mais nenhuns e que até foram mais baratos, como se quer. São então pretos com pequenos brilhantes prateados...
Foi com um nó na garganta que os virei para ver o numero e foi com sinos nos ouvidos que vi um 36 escarrapachado na sola. Não mais as larguei e tenho para mim que seremos felizes, não eternamente, mas enquanto o inverno durar.
I´m so Happy!!!
Não, ao contrario do que possam pensar não tem o cheiro a plástico que caracteriza o calçado destas lojas...
Só por causa de ter falado tanto nas galochas do Jumbo acho que já merecia uma atençãozinha por parte desta cadeia de supermercados. Se essa atençãozinha ainda puder ser em jeito de galochas pretas com bolinhas brancas em 36, a menina agradece e fornece a morada!!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Mas porquê???
Para todo o lado que me viro é galochas do jumbo para aqui... galochas do jumbo para ali. E aqui a menina também gostava de passear com umas principalmente se forem as pretas as bolinhas, só que o jumbo mais perto fica a 40Km cá de casa, o que me faz mandar os senhores do jumbo as ortigas, pois tiveram o desplante de fechar em Santarém que era bem mais perto.
vou só ali chorar por não ter umas galochas assim e já volto...
vou só ali chorar por não ter umas galochas assim e já volto...
Amor é:
Levá-lo a feira em busca dos chocolates preferidos dele, correr todas as ruas da feira em busca dos ditos chocolates, comprar 12 tabletes (seis de cada sabor preferido), ao que a senhora ainda lhe ofereceu mais um e carregar com tudo isto dentro da mala no caminho de volta a casa (sensivelmente 2km).
Se isto não é amor... então não sei o que seja...
Se isto não é amor... então não sei o que seja...
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Se há coisa com a qual não sei lidar é a falsidade. Sempre fui educada a manter a minha palavra até ao fim mesmo que, depois de pensar melhor, me tenha arrependido, e arcar, obviamente, com as consequencias. De modos que quando me falham nesta perspectiva é como se aquela pessoa levasse uma grande cruz vermelha e não consigo nunca mais olhar para ela da mesma forma.
Há coisa de quinze dias, surgiu a minha mãe uma proposta de ficar proprietaria da loja para a qual, por enquanto ainda trabalha. Alegadamente, a senhora, empresária em nome individual e proprietaria de duas lojas, está a apresentar demasiados lucros pelo que teria de passar para outra forma de empresa. No entanto, a senhora não quis e uma das formas que encontrou em baixar o lucro foi desfazer-se então da loja. Até aqui tudo bem. A minha mãe falou comigo, avaliámos os prós e os contras e decidimos avançar com o projecto. Chegámos, inclusive, a ter uma reunião com ela para acertarmos os pontos, na qual ela deu as facilidades todas e mais algumas, onde chegámos a acertar preço dos equipamentos, alertando-nos apenas para o facto de o único entrave ser o senhorio, pois possivelmente ele ia-nos pedir imensas condições. Assim foi e não preenchendo nós os requisitos solicitados pelo senhor, pensámos noutro local, não muito longe (na verdade duas lojas ao lado) e falámos então com ela para saber se não sendo a mesma loja, se ela ainda estava disposta a manter o negocio connosco nestes moldes. Aqui a conversa já foi ligeiramente diferente e que teria então de falar com o marido para nos dar uma resposta. Até hoje continuamos a espera. Não tem falado com a minha mãe, não está na loja quando ela lá vai e se falar ao telefone com ela é a despacha-la. Obviamente que nós, com estas atitudes, já percebemos que a senhora deve ter voltado com a palavra atrás, pelo menos em vender o equipamento, mas não custava nada ela ter dito que afinal tinha pensado melhor e que o equipamento ficava para ela. Acho que seria uma atitude bem mais sensata do que andar a fugir de nós.
Da minha parte, se amanhã a encontrar na aula de Zumba, faço questão de no final ir ter com ela e perguntar-lhe se já tem uma resposta para nós. Detesto ter a vida empatada porque os outros não se decidem, e da maneira como ando furiosa com esta falta de lealdade acho que não se livra de ouvir umas quantas verdades!
domingo, 28 de outubro de 2012
Se alguém for para os lados do Jumbo...
São estas... ou as pretas as bolinhas... ou as verdes... ou só pretas... ou... ou... em numero 35/36. Pode ser? Alguém??
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Mas quem???... Quem???
Quem é que consegue fazer um trabaho decente, por mais que queira, quando se tem um boss que se faz é porque faz, se não faz é porque não faz e devia ter feito, se liga é porque liga, se não liga é porque devia ter ligado... Devo ter atirado pedras a cruz de Cristo...
By the way, tenho andado desaparecida é certo, mas tem sido uma correria dado a minha avó ter estado internada. Agora é que as coisas estão finalmente a acalmar!
By the way, tenho andado desaparecida é certo, mas tem sido uma correria dado a minha avó ter estado internada. Agora é que as coisas estão finalmente a acalmar!
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
A semana passada, eu e mais três amigas decidimos que era altura de pôr os pezinhos a mexer e fazer qualquer coisa que nos ajudasse a perder calorias mas de forma engraçada. A minha corrida anda pelas ruas da amargura e o tempo também não tem ajudado, tal como as constantes viagens ao hospital, de modos que decidimos apostar no Zumba. É claro que já toda a gente sabe o que é e pelo menos metade da blogosfera já praticou pelo menos uma aula, mais que não seja por causa dos jogos da Wii e da Playstation, mas nós ainda só conhecíamos do youtube.
Ontem foi a nossa primeira aula e sendo nós raparigas a atirar para o descoordenado a coisa não foi bem o que esperávamos. Quando a professora dizia para irmos para a direita, nós como boas alunas que somos, íamos para a esquerda e a professora lá lançava uns sorrisos de compreensão, que, tenho para mim, vão desaparecer quando ela perceber que o que falta mesmo é coordenação e que não foi só por ser a primeira aula. Obviamente já não me lembro de passos nenhuns e na próxima aula vai ser mais do mesmo, todas as velhotas e crianças já com o Zumba no corpo e nós como umas patas-chocas que parece que não sabem distinguir a direita da esquerda. Quero acreditar que nós estamos bem, são as outras que estão mal...
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A D* ajuda
Quando, por algum motivo, precisarem de recorrer de uma multa, porque se sentem injustiçados (com razão ok? não vale a pena se foram apanhados com álcool a mais no sangue ou se excederam a velocidade em quase mais 100km/hora) nunca o façam para a morada que vos apresentam na parte de trás da multa. É que, vá-se lá saber porquê, essa morada não é a correcta e a vossa carta vai voltar para trás.
sábado, 13 de outubro de 2012
Beja
Pois que este fim de semana estou por Beja... o Babe mudou-se da base para uma casa, um pequeno T0 onde por enquanto cabem todos os nossos sonhos. Vim ajuda-lo nas mudanças, mas com o coração apertadinho, apertadinho...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Que vais fazer tu hoje a tarde D* ?
Vou ter um encontro imediato... com roupa... com a muita roupa que está por arrumar e com a muita roupa que já não quero mais. Prevê-se uma tarde difícil, portanto!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Para afastar as mágoas...
... fui ás compras. Já não gastava dinheiro assim há imenso tempo, mas assim como assim, fico pobre mas mais jeitosinha. Ora obviamente não gastei todo um ordenado em compras e sei lá mais o quê, mas hoje o meu espírito consumista estava no auge, fazer o quê?
Ele foi um par de sapatos amarelos, ele foi um anel tartaruga, ele foi um top para correr, ele foi umas calças pretas lindas, lindas que só elas, ele foi três t-shirts, ele foi daqueles ténis novos que se usam agora com o salto por dentro também do mais lindo que há, ele foi óleo e filtro para o carro, que também é merecedor. Nisto tudo gastei setenta eurinhos, não é fantástico??
Ele foi um par de sapatos amarelos, ele foi um anel tartaruga, ele foi um top para correr, ele foi umas calças pretas lindas, lindas que só elas, ele foi três t-shirts, ele foi daqueles ténis novos que se usam agora com o salto por dentro também do mais lindo que há, ele foi óleo e filtro para o carro, que também é merecedor. Nisto tudo gastei setenta eurinhos, não é fantástico??
domingo, 7 de outubro de 2012
Agenda 2013
Estamos a chegar àquela altura do ano em que há toda uma procura da agenda mais gira para nos acompanhar no próximo ano. As expectativas em relação ao novo ano são sempre tantas que acredito piamente que fazendo-me acompanhar de uma agenda catita tudo correrá pelo melhor. Obviamente não é assim, mas pelo menos sempre ajuda a passar os dias mais cinzentos. Ora este ano após uma procura exaustiva de uma boa agenda relativamente barata, dei por mim a pensar porque não fazer eu a minha alegre agenda. E assim foi... pus mãos a obra, fui comprar a agenda a Staples e toca de fazer uma capa (amovível) para a minha pequenina, que me irá acompanhar durante os doze meses do ano de 2013.
De modos que, se não têm agenda e querem uma assim catita, com um desenho e cor escolhidos por vós, aqui a menina está mais que disponível para vos ajudar.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Quanto a mim a melhor capa de todos os tempos...
Estava eu a ver as capas dos jornais no sapo, quando me deparei com esta capa do I. Eh pá e retrata tão bem, mas tão bem o que se anda a passar em Portugal que até tenho vontade de dar beijinhos a quem a pensou.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
O universo a conspirar contra mim...
Toda a gente já sabe que as coisas não me têm corrido, particularmente, bem nos últimos tempos. Ora ontem foi um daqueles dias em que se não tivesse tirado os meus pés de princesa dentro de casa não se tinha perdido grande coisa, tinha perdido o dia de trabalho mas não tinha perdido 60€ numa multa, e assim como assim o dia de trabalho sempre era menos dinheiro.
Ia eu descansadinha para casa a magicar em feltros e capas de agendas e coisas cá da vidinha quando passei por dois policias que estavam a acabar uma operação stop. Como não me mandaram parar segui caminho com os meus pensamentos, o problema é que o caminho não foi além de mais duzentos metros. Quando dei por mim estava com um policia quase colado ao meu vidro a mandar-me encostar e eu a pensar em milésimos de segundos o que é que eventualmente eu tinha feito. Lá encostei e o senhor, que não tinha nada cara de bons amigos, a quem aproveito desde já para desejar umas valentes dores de barriga por tempo indeterminado, veio ter comigo pediu-me tudo e mais alguma coisa e mandou-me sair do carro. Ora eu que sou pessoa cumpridora da lei, que sou das poucas pessoas que ainda paga seguro e inspecção (sim há muito boa gente que já nem para isso tem dinheiro) não estava mesmo a perceber o porquê daquele aparato, mas diz que ando na ilegalidade, que tendo um carro comercial sim senhora posso andar com bola de engate, mas que, não senhora, não pode lá estar porque tapa o numero do meio da matricula... ora então em que é que ficámos??? Ficámos que vi os meus documentos serem apreendidos, que tive de seguir o senhor, qual criminosa que vai para a cadeia, até a operação stop mais próxima para ele me passar a multa informaticamente, que chegados lá eles já não estavam lá e que tive mais de quarenta e cinco minutos, sim quarenta e cinco minutos, a espera que o senhor me passasse a multa e mais uma resma de papel tudo a mão, tudo isto intercalado por consultas á legislação, porque cá para mim também o senhor não sabia muito bem o porquê daquilo tudo. No fim pediu-me desculpa mas não me tirou a multa e a minha vontade foi dar-lhe com a bola do engate com tanta força que ele havia de se lembrar da próxima vez que há coisas bem mais graves a acontecer no país e que com isso é que ele devia andar preocupado, agora cá com bolas de engate... pfffff!!!
Ia eu descansadinha para casa a magicar em feltros e capas de agendas e coisas cá da vidinha quando passei por dois policias que estavam a acabar uma operação stop. Como não me mandaram parar segui caminho com os meus pensamentos, o problema é que o caminho não foi além de mais duzentos metros. Quando dei por mim estava com um policia quase colado ao meu vidro a mandar-me encostar e eu a pensar em milésimos de segundos o que é que eventualmente eu tinha feito. Lá encostei e o senhor, que não tinha nada cara de bons amigos, a quem aproveito desde já para desejar umas valentes dores de barriga por tempo indeterminado, veio ter comigo pediu-me tudo e mais alguma coisa e mandou-me sair do carro. Ora eu que sou pessoa cumpridora da lei, que sou das poucas pessoas que ainda paga seguro e inspecção (sim há muito boa gente que já nem para isso tem dinheiro) não estava mesmo a perceber o porquê daquele aparato, mas diz que ando na ilegalidade, que tendo um carro comercial sim senhora posso andar com bola de engate, mas que, não senhora, não pode lá estar porque tapa o numero do meio da matricula... ora então em que é que ficámos??? Ficámos que vi os meus documentos serem apreendidos, que tive de seguir o senhor, qual criminosa que vai para a cadeia, até a operação stop mais próxima para ele me passar a multa informaticamente, que chegados lá eles já não estavam lá e que tive mais de quarenta e cinco minutos, sim quarenta e cinco minutos, a espera que o senhor me passasse a multa e mais uma resma de papel tudo a mão, tudo isto intercalado por consultas á legislação, porque cá para mim também o senhor não sabia muito bem o porquê daquilo tudo. No fim pediu-me desculpa mas não me tirou a multa e a minha vontade foi dar-lhe com a bola do engate com tanta força que ele havia de se lembrar da próxima vez que há coisas bem mais graves a acontecer no país e que com isso é que ele devia andar preocupado, agora cá com bolas de engate... pfffff!!!
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
O mês de Outubro nunca foi um dos meus meses preferidos, no então também não é um mês que deteste particularmente. Todos os anos, este era o mês do inicio das minhas aulas, era o mês da esperança e o mês do recomeço, até ao ano passado. É o segundo ano que entro no mês de Outubro sem projectos á vista, a minha vidinha lá vai continuando na mesma, sem grandes perspectivas de mudança para melhor, muito pelo contrario, de modos que ando sem vontadinha de nada, nem mesmo de escrever seja o que for. As pequenas alegrias que (ainda) me vão acontecendo, não chegam para colmatar o vazio que os azares têm trazido até mim.
domingo, 30 de setembro de 2012
Louboutin????
Diz que sim.... que tenho uns sapatos de sola vermelha (gentilemente ofertados pela tia)... mas que não... que ainda não são uns Louboutin. A seu tempo... tudo a seu tempo!
(ao que parece agora há varias marcas, e esta acho que é portuguesa, a fabricar sapatos com sola vermelhinha... e não, não são dos chineses...)
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Ainda estamos no inicio do Outono
... e eu já ando com duas camisolas de manga comprida vestidas. Quando chegar o inverno não sei como vai ser. Cada ano que passa estou pior e cada vez mais friorenta. Não sei como é que ainda há pessoas que conseguem vestir manga curta, eu já não abdico dos meus casaquinhos e venha de lá quem vier, tenho para mim que hoje é dia de por mais um cobertor na cama.
Já agora... não acham esta altura um bocadinho estranha?? É que tão depressa vemos pessoas (como eu) que só não vestem gola alta porque parece mal, como vemos pessoas com simples alcinhas.
Já agora... não acham esta altura um bocadinho estranha?? É que tão depressa vemos pessoas (como eu) que só não vestem gola alta porque parece mal, como vemos pessoas com simples alcinhas.
Continuo por cá...
... mas não tenho muito para dizer. Basicamente a minha vida resume-se a trabalho de manhã e casa de tarde.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Vamos lá...
Agora que já toda a gente foi a Vogue Fashion Nigth Out, quem é que vai a manifestação de hoje??? Eu vou... encontramos-nos por lá, sim?
Ainda estou indecisa se vou a Lisboa onde se concentra toda a gente, ou se me fico pela minha cidade que sempre é mais perto...
Ainda estou indecisa se vou a Lisboa onde se concentra toda a gente, ou se me fico pela minha cidade que sempre é mais perto...
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Dois dias depois, uma quantidade de florzinhas depois, cá está... Quando a vida não nos corre como esperamos, há que voltar as costas aos problemas e arranjar actividades que nos façam esquecer que as vezes o universo conspira contra nós. Por isso é que me vou entretendo com estas coisas, mesmo que não tenha assim tanto jeito, é coisa que me dá prazer pronto.
Saco de pano multiusos com aplicações em feltro totalmente cosidas a mão.
Pormenores
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Informaçãzinha....
Ora bem, já é do conhecimento geral que eu trabalho a part-time durante a manhã. E que as minhas tardes são passadas, basicamente, a vegetar. Que são enormes e que nunca mais acabam e que é um tédio não ter o que fazer e principalmente de onde receber, que isto de não se fazer nada é muito bom, muito bonito, mas o dinheirinho não cai do céu. De modos que andei a pensar e decidi que este ano, para não perder a pratica, podia ser uma boa opção de ocupação dar explicações. Juntava-se o útil ao agradável e matava dois coelhinhos de uma cajadada só (que os protectores dos animais não me leiam). Uma vez que o arranque das aulas ainda não aconteceu, tenho-me andado a preparar para a eventualidade de vir a ter alguns "alunos", e era tão bom que isso acontecesse....
Anyway... mais uma vez conto com a ajuda dos meus amores mais lindos. Alguém já deu explicações em casa? Quanto é que levaram por hora (se não é indiscrição, claro)? Um só aluno ou mais que um? Ajudem esta pobre alma, que só quer ocupar o tempo... É isto ou qualquer dia ainda ando a bater com a cabeça nas paredes!
A propósito: se houver interessados é na zona do Ribatejo e as explicações são, obviamente, de História para qualquer ano. Qualquer duvida é contactarem para o mail aqui do estaminé que eu respondo a tudo.
Ora então... muito obrigadinhas
Anyway... mais uma vez conto com a ajuda dos meus amores mais lindos. Alguém já deu explicações em casa? Quanto é que levaram por hora (se não é indiscrição, claro)? Um só aluno ou mais que um? Ajudem esta pobre alma, que só quer ocupar o tempo... É isto ou qualquer dia ainda ando a bater com a cabeça nas paredes!
A propósito: se houver interessados é na zona do Ribatejo e as explicações são, obviamente, de História para qualquer ano. Qualquer duvida é contactarem para o mail aqui do estaminé que eu respondo a tudo.
Ora então... muito obrigadinhas
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Além da arqueologia, uma área que sempre me atraiu bastante foi a conservação e restauro. Sempre achei que o meu futuro poderia muito bem passar por estar horas a raspar tinta ou assim. Ao contrario de muitos dos meus colegas que avançaram logo para um mestrado na área da arqueologia, sempre achei que o melhor para mim era alargar horizontes e ter um currículo mais vasto do que propriamente especializado em determinadas áreas como paleolíticos e outros que tais, e dei a mim mesma um ano de licença sabática para poder esvaziar a minha cabeça.
Só que agora cada vez mais me apetece voltar ao mundo dos livros. O tempo que tenho livre chega e sobra para me dedicar a uma pós graduação (porque os mestrados estão pela hora da morte e eu só trabalho a part-time) e andei a ver algumas bastante interessantes, mas é a conservação e restauro que me ocupa grande parte do coração, pelo que acho que vou mesmo, mesmo investir nisso. E toda esta informação sem certezas para quê?? Para perguntar aos meus amores mais lindos se algum de vocês conhece a área de perto, se conhecem sítios onde possa apresentar uma candidatura. É que já andei a pesquisar e encontro bastantes mestrados, mas de momento o que me interessava mesmo, mesmo era uma pós-graduação que não me arrombasse a bolsa e que me desse bases para alargar horizontes alem da arqueologia. Das informações que tenho, o mais perto de mim é em Tomar, mas antes de me atirar de cabeça queria ter uma visão mais ampla para poder escolher o melhor e saber que não me vou arrepender.
Só que agora cada vez mais me apetece voltar ao mundo dos livros. O tempo que tenho livre chega e sobra para me dedicar a uma pós graduação (porque os mestrados estão pela hora da morte e eu só trabalho a part-time) e andei a ver algumas bastante interessantes, mas é a conservação e restauro que me ocupa grande parte do coração, pelo que acho que vou mesmo, mesmo investir nisso. E toda esta informação sem certezas para quê?? Para perguntar aos meus amores mais lindos se algum de vocês conhece a área de perto, se conhecem sítios onde possa apresentar uma candidatura. É que já andei a pesquisar e encontro bastantes mestrados, mas de momento o que me interessava mesmo, mesmo era uma pós-graduação que não me arrombasse a bolsa e que me desse bases para alargar horizontes alem da arqueologia. Das informações que tenho, o mais perto de mim é em Tomar, mas antes de me atirar de cabeça queria ter uma visão mais ampla para poder escolher o melhor e saber que não me vou arrepender.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Do fim de semana...
Mãe a agarrar o espinho que espetei no pé ( sim furou os ténis) logo a chegada!!!
A estrada dos sonhos
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Banda sonora do dia de Hoje...
É a versão original com o videoclip dos Humanos, porque não encontrei outra... mas para o efeito serve!
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Bom fim-de-semana
O meu vai ser passado por terras de nuestros hermanos, lá para os lados de Mérida ( a Roma da Península Ibérica), com os pais e o mano. E vai fazer-me bem. Preciso de mudar de ares, mais do que pão para a boca e quem sabe não venho do fim-de-semana uma pessoa diferente. Então, bom fim-de-semana meus amores.
By the way, disse tudo o que estava cá por dizer, tinha de ser hoje e não podia passar de hoje. Agora é esperar e ver daqui por três dias os estragos que causou...
By the way, disse tudo o que estava cá por dizer, tinha de ser hoje e não podia passar de hoje. Agora é esperar e ver daqui por três dias os estragos que causou...
Sempre fui uma pessoa directa nos assuntos. Sempre disse aquilo que pensava, embora muitas vezes arranjasse maneira de dizer de forma mais suave possível para não magoar ninguém, mas ao longo do tempo fui aprendendo a dizer apenas aquilo que acho necessário. Hoje em dia engulo muitos sapos para não magoar as pessoas, principalmente aquelas que mais gosto, porque há sempre atitudes, palavras ou gestos que não caem bem, mas que poderiam ir desencadear problemas maiores e que se calhar não vale a pena só porque eu não gostei. O problema disto é que depois não ando bem com a minha consciência, fico sempre a remoer naquilo que deveria ter dito, porque as outras pessoas também não se coíbem de me dizê-las. E ando seriamente a pensar em deitar tudo cá para fora e vai haver quem não goste e vai, possivelmente, desencadear coisas menos boas, mas o facto é que não aguento mais e um dia isto tem de sair. Se calhar hoje é o dia!!
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
A Saga do rato desaparecido
Mais ou menos há três meses atrás, apresentei-vos aqui no blog o mais recente elemento da família. O Tobias, hoje com quatro meses, parecia (e parece) o gato mais inocente do mundo. Acontece que de inocencia ele não tem nada...
Outro elemento lá de casa era o Remy, um ratinho amoroso, que dorme (ou dormia) de barriga para o ar ou encostado ao bebedouro e que comia bolachas integrais como se não houvesse amanhã. Foi lá para casa antes do Tobias, e o Simão (o outro gato mais velho lá de casa) nunca lhe fez mal, limitava-se a observa-lo a andar na roda. Pois que, no sábado, após uma manhã inteira no hospital, quando chegamos a casa deparamos-nos com um cenário de tragédia. A gaiola do Remy estava no chão e dele nem sinal. Arredamos tudo na cozinha, arredamos os moveis dos quartos todos, enfim uma verdadeira caça ao rato como nunca se tinha visto antes. O certo é que nunca o encontrámos e perdemos a esperança quando chegámos a sala, porque no tapete da sala estavam marcadas umas patinhas de gato e imagine-se com quê... com sangue, claro. É óbvio que deitámos por terra logo qualquer possibilidade de o encontrarmos. Ainda pus a hipótese de ele estar só ferido e ter-se escondido, mas passados tantos dias nada de aparecer o ratinho. Doí-me o coração cada vez que olho para a gaiola, mas já não tenho grandes esperanças de o encontrar.
Quanto ao Tobias, tenho o estripador lá em casa, capaz de cometer os crimes mais bárbaros sem deixar rasto da vitima.
Outro elemento lá de casa era o Remy, um ratinho amoroso, que dorme (ou dormia) de barriga para o ar ou encostado ao bebedouro e que comia bolachas integrais como se não houvesse amanhã. Foi lá para casa antes do Tobias, e o Simão (o outro gato mais velho lá de casa) nunca lhe fez mal, limitava-se a observa-lo a andar na roda. Pois que, no sábado, após uma manhã inteira no hospital, quando chegamos a casa deparamos-nos com um cenário de tragédia. A gaiola do Remy estava no chão e dele nem sinal. Arredamos tudo na cozinha, arredamos os moveis dos quartos todos, enfim uma verdadeira caça ao rato como nunca se tinha visto antes. O certo é que nunca o encontrámos e perdemos a esperança quando chegámos a sala, porque no tapete da sala estavam marcadas umas patinhas de gato e imagine-se com quê... com sangue, claro. É óbvio que deitámos por terra logo qualquer possibilidade de o encontrarmos. Ainda pus a hipótese de ele estar só ferido e ter-se escondido, mas passados tantos dias nada de aparecer o ratinho. Doí-me o coração cada vez que olho para a gaiola, mas já não tenho grandes esperanças de o encontrar.
Quanto ao Tobias, tenho o estripador lá em casa, capaz de cometer os crimes mais bárbaros sem deixar rasto da vitima.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Parabéns a minha mãe...
... que faz anos hoje. Quarenta e cinco anos e ainda está uma jovem. Agora a parte chata... não faço a minima idéia do que lhe oferecer. Sugestões??
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Eu e o meu homem, apesar da boa relação que temos e de nos completarmos na perfeição, somos muito, mas muito diferentes. Diria até tão diferentes como a água e o vinho. Por exemplo, eu gosto de sair, seja a noite, seja em passeio, o que for... o meu homem detesta, quem lhe tira a casa dele, tira-lhe tudo. Eu sou do Sporting, ele tem como clube do coração o Benfica. Ele adora tudo o que seja deporto, eu é mais estar esticada ao comprido sem fazer nenhum. É claro que chegamos sempre a um consenso e não andamos sempre a discutir, mas as vezes é dificil, porque se há coisa que temos em comum é a teimosia.
Ora, no outro dia estávamos nós a conversar animadamente sobre cursos de línguas e tudo mais quando eu disse que naquele dia tinha ido lá ao trabalho a mulher de um ex-trabalhador para lhe fazer uma declaração em francês e que até me tinha saído bem. Pois que o meu homem desata a ralhar comigo que não é mulher, que isso é brejeiro e vulgar, que é senhora que se diz, que assim é que se fala correctamente. Ora eu, que não sou de me ficar, atirei-lhe logo com resposta em duplo. Que ser brejeiro era se eu tivesse dito gaja, e que mulher era um termo como outro qualquer que as pessoas tem mania de não aplicar por acharem que não é chique, tal como mama. Eu digo que tenho um caroço na mama, não há cá peito ou maminhas, ou seio... há que chamar as coisas pelos nomes, é para isso que eles servem. Como é claro, não fiquei contente com a resposta e ainda lhe disse que ser Licenciado a meio de um mestrado e escrever com erros, isso sim era grave, que até podia falar muito bem, mas que dando erros perdia toda a credibilidade. É claro que ele se fartou de contrapor, mas sendo eu uma rapariga de resposta rápida e na ponta da língua para estas situações lá continuei a desfiar argumentos.
Para mim o grave não são as palavras, são a entoação e o contexto que lhes empregamos. Para mim brejeiro é dizer palavrões em frente aos pais, por mais idade que se tenha e mesmo não sendo directamente para eles, acho uma falta de respeito e de uma brejeirice que não tem explicação.
Ora, no outro dia estávamos nós a conversar animadamente sobre cursos de línguas e tudo mais quando eu disse que naquele dia tinha ido lá ao trabalho a mulher de um ex-trabalhador para lhe fazer uma declaração em francês e que até me tinha saído bem. Pois que o meu homem desata a ralhar comigo que não é mulher, que isso é brejeiro e vulgar, que é senhora que se diz, que assim é que se fala correctamente. Ora eu, que não sou de me ficar, atirei-lhe logo com resposta em duplo. Que ser brejeiro era se eu tivesse dito gaja, e que mulher era um termo como outro qualquer que as pessoas tem mania de não aplicar por acharem que não é chique, tal como mama. Eu digo que tenho um caroço na mama, não há cá peito ou maminhas, ou seio... há que chamar as coisas pelos nomes, é para isso que eles servem. Como é claro, não fiquei contente com a resposta e ainda lhe disse que ser Licenciado a meio de um mestrado e escrever com erros, isso sim era grave, que até podia falar muito bem, mas que dando erros perdia toda a credibilidade. É claro que ele se fartou de contrapor, mas sendo eu uma rapariga de resposta rápida e na ponta da língua para estas situações lá continuei a desfiar argumentos.
Para mim o grave não são as palavras, são a entoação e o contexto que lhes empregamos. Para mim brejeiro é dizer palavrões em frente aos pais, por mais idade que se tenha e mesmo não sendo directamente para eles, acho uma falta de respeito e de uma brejeirice que não tem explicação.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Estou de volta as corridas. O M. está de férias de modos que não tenho tido descanso. Na quarta feira foram quinze minutos de corrida seguidos, ontem foram vinte e o pior é que ele não se contenta só com a corrida. É ver-me a subir bancos de jardim 20 vezes com cada perna num total de três serie (60 vezes portanto), é ver-me a fazer pulos de galo como se o mundo fosse acabar amanhã e é ver-me sempre vermelha qual tomate maduro prestes a dar as ultimas. Durante três semanas tenho para mim que estes vão ser os meus planos de final de tarde.
As saudades que eu tenho de ir correr com a minha cunhada. É que com ela além de ser menos tempo, porque ela aguenta muito menos que eu, ainda dá para ir pondo a regatice em dia. Com o M. é quase, quase como se estivesse na pele dos militares que ele treina!
As saudades que eu tenho de ir correr com a minha cunhada. É que com ela além de ser menos tempo, porque ela aguenta muito menos que eu, ainda dá para ir pondo a regatice em dia. Com o M. é quase, quase como se estivesse na pele dos militares que ele treina!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
O Gato Miau
Quem acompanha o blog há algum tempo (ou desde o inicio vá...) sabe que sempre achei que tinha jeito para manualidades como seja a costura. Ou seja, de vez em quando gosto de fazer o gosto ao dedo e achar que consigo fazer algumas coisas com tecido e com feltro. No entanto, e porque as coisas são mesmo assim, houve uma altura em que não fazia nada de nada, porque não tinha tempo ou simplesmente porque, como não sei coser a maquina (não herdei o jeito da minha mãe, infelizmente), tudo, mas tudo é cosido a mão e não me apetecia estar com grande trabalho.
Acontece que agora, com as tardes não são preenchidas com nada em especial, voltei a dedicar-me a esta arte da costura e do feltro e dos retalhos e das linhas... e vai daí, vida nova, blog novo. Não, o Formiga não vai acabar, mas tenho outro que serve para eu apresentar as minhas modestas criações. De modos que, pedia o favor aos meus amores para me visitarem aqui e dizerem de vossa justiça. Se avanço com esta ideia, ou se escondo as tesouras para todo o sempre.
Acontece que agora, com as tardes não são preenchidas com nada em especial, voltei a dedicar-me a esta arte da costura e do feltro e dos retalhos e das linhas... e vai daí, vida nova, blog novo. Não, o Formiga não vai acabar, mas tenho outro que serve para eu apresentar as minhas modestas criações. De modos que, pedia o favor aos meus amores para me visitarem aqui e dizerem de vossa justiça. Se avanço com esta ideia, ou se escondo as tesouras para todo o sempre.
Um dia mando este trabalho e principalmente o boss para um sitio que ele não vai gostar!!!
Por nrma sou uma pessoa muito paciente, até demais. Aguento coisas que muita gente não aceitaria de animo leve, mas que eu, dado a minha paciencia vou ouvindo e calando. Mas chega a um ponto que chegamos ao limite não é? E hoje estou prestes a atingir o meu. Hoje estou particularmente agressiva nos modos e já faltou mais para agarrar na minha malinha a ir a minha vida.
O meu boss hoje está que não se pode aturar. Já fiz quilómetros entre o escritorio e o carro dele, alturas houve em que, acabadinha de chegar de lá, ainda não estava a sentar o meu rabinho na cadeira e já ele estava a apitar outra vez para eu lá ir. Fora o estar ao telefone com alguém e ele ligar-me para o telemovel e eu ter de estar a falar com duas pessoas ao mesmo tempo, fora mandar-me fazer uma tarefa que lhe compete a ele e no fim de a fazer dizer que não está bem feita. Mas eu lá tenho a culpa de que não lhes paguem?? Limito-me a fazer o meu trabalho que é ligar a pedir o pagamento e perguntar para quando e fazer uma pressãozinha, mas não posso (nem quero) apontar uma arma as pessoas que estão do outro lado só porque elas também não tem ordens de efectuar o pagamento. F***-** que isto já esteve mais longe da bolha rebentar! Ai já...já!!
O meu boss hoje está que não se pode aturar. Já fiz quilómetros entre o escritorio e o carro dele, alturas houve em que, acabadinha de chegar de lá, ainda não estava a sentar o meu rabinho na cadeira e já ele estava a apitar outra vez para eu lá ir. Fora o estar ao telefone com alguém e ele ligar-me para o telemovel e eu ter de estar a falar com duas pessoas ao mesmo tempo, fora mandar-me fazer uma tarefa que lhe compete a ele e no fim de a fazer dizer que não está bem feita. Mas eu lá tenho a culpa de que não lhes paguem?? Limito-me a fazer o meu trabalho que é ligar a pedir o pagamento e perguntar para quando e fazer uma pressãozinha, mas não posso (nem quero) apontar uma arma as pessoas que estão do outro lado só porque elas também não tem ordens de efectuar o pagamento. F***-** que isto já esteve mais longe da bolha rebentar! Ai já...já!!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Homens deste país...
Se ver-vos de calções curtos, muito acima do joelho, já não é agradável, se tiverem as pernas brancas qual lula em fase terminal é para lá do que uma pessoa consegue suportar visualmente.
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