terça-feira, 27 de novembro de 2012

Férias....

Pois é... amanhã entro de férias. E entro de férias para ir passear?? Não. Entro de férias para ir as compras para o natal?? Também não. Entro de férias porque a minha cabeça já não dá mais que isto?? Podia ser, mas também não é por isso. Entro de férias porque preciso de limpar toda uma loja fechada há mais de um ano. Entro de férias porque preciso de ir pedir a luz, a agua, o horário de trabalho, a higiene e segurança, tirar todos os autocolantes espelhados que estão nos vidros (são centenas) e todo um sem fim de coisas que têm de ser feitas até segunda feira.
Quando escolhi aquela loja, a terceira opção, achei que pelo menos o conteúdo que já lá estava seriam os senhorios a tirar, afinal de contas o material pertence-lhes, mas afinal não. Ele é armários  ele é centenas e centenas de dossiers do antigo escritório que lá estava, ele é secretarias, ele é cadeiras e eu só penso onde é que vou enfiar aquilo tudo. Os armários e as secretarias facilmente lhes dou função, agora os dossiers (e o conteúdo) cheira-me que vai parar tudo ao lixo. É que o tempo, e a paciência, não abunda e eu quero arrancar com tudo o mais depressa possível!

sábado, 24 de novembro de 2012

É provável que por esta hora estarei a assinar o contrato de arrendamento da loja. Estou a tornar-me uma pessoa adulta e responsável!!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Há pessoas que de tanto querer ajudar só atrapalham. E lançam confusões nas nossas cabeças que só nos fazem perder horas de sono e horas em pesquisa na internet para certificar o que disseram, para depois se vir a perceber que não nada como disseram. Eu percebo isso... mas a minha mãe não... e o que é dificil explicar-lhe estas coisas???


A minha sorte é que a contabilista que arranjei é mesmo, mesmo fofinha e explica tudo muito bem!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Opiniãozinha!!!

Quem gosta do nome Ponto sem nó, que ponha o bracinho no ar. (que-é-como-quem-diz-que-diga-de-sua-justiça-na-caixa-de-comentarios)


Obrigadinha a todos os meus amores que deram idéias para os nomes. Acabamos por escolher este que foi o que a minha mãe se lembrou!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Da loja #1

Quando a minha mãe me apresentou a proposta de ficarmos com a loja onde agora trabalha, nunca pensei que as coisas fossem tão difíceis de resolver. Sabia a partida que não iria ser fácil, para nós nada é fácil, mas daí a ter tantos entraves como tenho tido estava longe de imaginar. Se de inicio foi a patroa da minha mãe que voltou com a palavra atrás em vender-nos as coisas, depois de já termos tudo novamente encaminhado, com loja escolhida e tudo, foi a vez de ficarmos sem espaço. O senhor que nos ia alugar a loja, aquela que era mesmo a nossa cara, que era mesmo aquilo que queríamos e precisávamos e que era de todas as que tínhamos visto, aquela onde nos tínhamos sentido melhor, mudou de ideias e já não quer alugar. Diz que prefere vender. Ficámos como se nos tivessem tirado o tapete debaixo dos pés. A minha mãe, pessimista por natureza, quis desistir de tudo, e eu, confesso, que por dois segundos também isso me passou pela cabeça. Mas passados esses dois segundo foi o levantar a cabeça e seguir em frente, procurar novamente um local, dentro da zona que queremos, e não está fácil. As hipóteses estão a esgotar e estou a ver tudo a fugir por entre os dedos e é tão difícil... É difícil não deixar a minha mãe desanimar, é difícil tentar remar contra a maré e montar para ela aquilo que ela mais quer, mas não vou desistir. Como costumo dizer... enquanto há vida há ESPERANÇA!!!

Do dia de hoje...

"Dia de sucesso as criticas e apoios podem exceder as suas expectativas"

Maya... Maya... se assim não for... temos contas a ajustar!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Acredito que todos temos uma missão na terra. A minha... é aturar gente doida!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Racismo

Nunca na minha vida achei que fosse uma pessoa racista. Tanto me dou bem com brancos como com pretos (vamos chamar as coisas pelos nomes)  e um dos meus melhores amigos na primaria era o Ochoa, um pretinho pequenino que me deixou cortar um dos seus pequenos caracóis quando foi morar para outro sitio. Também já tive um grande amigo cigano, e sempre vivi bem com tudo isto. Ao longo dos anos sempre fui das primeiras pessoas a defender quando os preconceitos alheios vêm ao de cima. Mas há certas situações em que também reconheço que são os próprios a provocar o racismo contra eles.
Aqui há umas semanas na feira que se realizou por cá e a qual só fui comprar castanhas e chocolates uma jovem cigana (vamos novamente chamar as coisas pelos nomes ok?) acompanhada de outra perguntou-me se estava interessada num dos seus perfumes, ao que eu, educadamente e repito EDUCADAMENTE, respondi "obrigada, mas não estou interessada" e segui caminho, quando dois passos a frente oiço uma dizer para a outra "deixa lá, elas (eu e a minha mãe) não querem porque gostam de andar a cheirar mal". Ora perante isto só me restou voltar atrás e novamente EDUCADAMENTE perguntar se tal observação era comigo, sujeita a que viessem de lá uns trinta dispostos a correr comigo, que nestes casos há sempre uns quantos escondidos a espera de afinfar em alguém. Ela lá respondeu a medo que não, que não era comigo (pois... pois) e segui caminho. Não entendo o que leva estas pessoas a achar que podem fazer todo o tipo de comentários que lhes passa pela mente, desdenhar de quem lhes paga para viver, sim porque sou eu e todos os outros que descontam que lhes pagam as rendas das casas e os subsídios chorudos que recebem, já para não falar dos produtos que adquirimos (da minha parte cada vez menos) nas feiras.
Ontem, num continente perto de mim, a hora de almoço, fui comprar umas coisas que me faziam falta e dirigi-me a caixa. Estava uma senhora a pagar as compras, um senhor e um cesto abandonado. Perguntei ao senhor se o cesto era dele, ao que ele me respondeu que não, e que não tinha visto ninguém  Agarrei nas minhas coisinhas e pus em cima do tapete e deixei-me estar calmamente a espera que o senhor acabasse de pagar as suas coisa. Estava então eu nos meus pensamentos, quando chegou uma senhora que pediu "com licença" e eu desviei-me do cesto, não achando que o que ela queria era passar a frente, e continuei no mesmo lugar da fila. A senhora começou a atirar com as coisas(comida) para o tapete, coisas essas que me acertaram e que me magoaram, que se juntaram as minhas, mas sempre a insultar-me, que eu era uma mal-educada, mal formada, que tinha passado a frente na fila.Calmamente tirei o separador das compras e separei as minhas das dela e aqui a coisa descambou. Disse-me directamente que eu era mal-educada porque lhe tinha passado a frente. Lá lhe expliquei a situação, que quando cheguei não estava ninguém com o cesto, que o cesto não garante o lugar na fila e que se precisava de fazer mais compras então que tivesse levado o cesto. Ela lá continuou na ladainha aos gritos e eu voltei a explicar, calmamente, que não podia ser assim, que tinha de haver respeito e que se assim fosse o que não faltava era pessoas a porem os carrinhos vazios na fila para garantirem o lugar e irem alegremente fazer as suas compras porque havia um esperto que tinha agido como melhor lhe convinha. A senhora, educada e formada que só ela, deu-me um empurrão, que já que lhe tinha passado a frente então que continuasse para pagar as minhas coisas, que não sabias quem ela era, que era uma racista e xenófoba, porque só estava a fazer isto por ela não ser do meu pais, que tinha vindo para cá há quarenta anos e que isto era uma miséria, que trabalhava nas urgências e que salvava vidas e lá continuou a desfiar argumentos como contas de rosário há no terço. Disse-lhe simplesmente que comigo ela não falava assim, que ela também não sabia quem eu era, paguei as compras e vim embora. Tudo isto perante o olhar inexpressivo da menina da caixa, que nem esperteza para chamar um superior teve. Agora pergunto eu havia necessidade desta confusão toda? Como é possível reagir a insinuações assim sem generalizar? Como é possível ser atacada desta maneira quando não fiz nada de mal e até estou no meu próprio pais, a cumprir as leis e regras que me são impostas? Como é que é possível uma pessoa explicar alguma coisa sem que se sintam logo atacados pela cor ou pela etnia? É difícil lidar com pessoas que embora formadas, não tenham um pingo de educação, onde o preconceito e o racismo começam precisamente na cabeça delas. É por estas e por outras que depois andamos todos a remar para lados diferentes, porque o preconceito começa na cabeça de quem se acha mais fraco, porque depois acabam por tirar do serio pessoas como eu que depois começam a tomar todos pela mesma medida. É triste, mas é verdade!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

E vai começar novamente a histeria em torno dos vampiros e dos lobos

Há coisas que nunca vou perceber!!!

Da greve

Ah e tal quem fez greve só fez porque queria estar um dia sem trabalhar. Ah e tal no fundo somos uma cambada de calões e encostados que dá o rabinho e mais cinco tostões para passar um dia fora do trabalho. Ah e tal estas coisas não levam a lado nenhum. Ah e tal só leva a que o país fique ainda mais endividado. Ah e tal mimimimimimi, mas o facto é que estamos a chegar a um ponto sem retorno e acredito que ainda vá ficar pior. Se adquirimos esse direito é para o usar quando achamos que nos tão a pisar os calos. Ter o direito a greve e não fazer (quando é preciso) é quase o mesmo que ter direito ao voto mas não votar porque há-de haver quem escolha alguém que nos represente, nem que esse alguém nos ponha, depois, as mãos nos bolsos descaradamente e ainda assobie para o lado. Quem fez foi porque quis, quem não fez foi porque não quis e não há que criticar qualquer das posições.
Não concordo com provocações que acabem em violência  os policias são tão humanos como nós, têm as mesmas contas para pagar que nós, mas o meu bom senso também não me deixa concordar com a carga policial que se viu. Bater sem olhar a quem, velhos ou novos, até a quem estava encostado a paredes apenas  a assistir não os vai tornar mais fortes nem vai fazer com que este tipo de coisas não volte a acontecer. Alias, vai continuar a acontecer e tenho para mim que cada vez vai ser pior. A questão é se vamos continuar a assobiar para o lado também como se ganhássemos ordenados milionários e como se as medidas a que estamos sujeitos não nos afectassem. Não podemos ser assim tão meninos e ainda estamos numa democracia, não parece, é certo, mas estamos!!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Quem me conhece pessoalmente sabe que quando meto uma coisa na cabeça, só se for totalmente impossivel é que eu não faço. Ora, depois do negocio proposto a minha mãe não dar em nada e de por ela ficar tudo como estava até então, aqui a menina não baixou os braços e todos os dias fazia questão de a ir convencendo mais um bocadinho. Ás tantas e já farta de me ouvir lá acedeu a que eu visse umas quantas lojas, na mesma area, e ontem lá foi dia de eu as ver pessoalmente. Á segunda visita disse logo que não queria ver mais nenhuma e que por mim seria aquela, a relação preço/espaço é optima e sempre são menos 150€ de renda que a loja actual onde a minha mae trabalha (com praticamente a mesma area). Hoje irei lá com ela para ela também ver, uma vez que ontem só fui eu e o meu pai, mas em principio será mesmo aquela. Agora só resta tratar de mais uma infinidade de coisas.
E agora entram os meus amores mais lindos do meu coração. Como qualquer loja que se preze precisamos de um nome e eu, aqui publicamente me confesso, tenho muito pouco jeito e criatividade para arranjar um nome que fique no ouvido. Desta forma pergunto aos meus queridos, caso dossem proprietarios de uma loja de arranjos de roupa, que nome lhe dariam? Ajudem esta pobre alma...

sábado, 10 de novembro de 2012

New in....

 Além das galochas que são as minhas melhores amigas, tenho-me perdido por várias outras coisas. Algumas já aqui tinha falado, como é exemplo o par de sapatos amarelo da Primark. Ainda não calcei, não há quem acredite que vou sair com eles a rua, mas a verdade é que estou a espera de um momento especial para os usar. Entretanto apaixonei-me pelos botins, que sendo uma compra de promoção devido a serem da colecção passada, foram um óptimo investimento e vão acompanhar-me ao concerto do Pedrito. O Casio também me chegou as mãos dada a minha paixão por relógios  e o anel foi um simples mimo de mim para mim (ok tudo o resto também a excepção do relógio . O casaco verdinho foi no Lidl... era o ultimo e por sorte (ao contrario das galochas...) era mesmo o meu tamanho, não mais o larguei e estou bastante contente com a compra. Não é de marca XPTO mas é bastante quentinho. Analisando preço/qualidade fiquei claramente a ganhar.

Entretanto...

... consegui finalmente aterrar em casa e fazer a mala para o fim de semana. 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Amanhã lá vou eu, alegremente, até terras do Alentejo. O M. só vem daqui por três semanas e como duas já custa a passar, três já é demais, lá vou espalhar encanto por terras de Beja. Portanto esta tarde está mais que visto que vou passa-la a fazer a mala, a resolver recados e a deixar tudo a jeio para que o fim-de-semana corra pelo melhor.

Se virem uma rapariga toda encasacada por lá... possivelmente serei eu!

domingo, 4 de novembro de 2012

Ainda das galochas


Pois que enquanto não fui ao Jumbo que não descansei. Obviamente que já estava tudo mais que escolhido e galochas pretas as bolinhas nada de nada, só cinzentas e seis números acima do que eu uso. Triste que só eu ainda tive de ir com a minha mãe  que me pediu para passarmos por uma loja de chineses para comprar uns envelopes. Ora enquanto ela andava na procura dos envelopes eu, de coração partido, dei uma volta pelos sapatos, que os têm e alguns muito giros, e eis que os meus olhos batem com este exemplar (que na foto não se vê bem) pirosinho que só ele, mas lindos como mais nenhuns e que até foram mais baratos, como se quer. São então pretos com pequenos brilhantes prateados...
Foi com um nó na garganta que os virei para ver o numero e foi com sinos nos ouvidos que vi um 36 escarrapachado na sola. Não mais as larguei e tenho para mim que seremos felizes, não eternamente, mas enquanto o inverno durar.
I´m so Happy!!!

Não, ao contrario do que possam pensar não tem o cheiro a plástico que caracteriza o calçado destas lojas...
Só por causa de ter falado tanto nas galochas do Jumbo acho que já merecia uma atençãozinha por parte desta cadeia de supermercados. Se essa atençãozinha ainda puder ser em jeito de galochas pretas com bolinhas brancas em 36, a menina agradece e fornece a morada!!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mas porquê???

Para todo o lado que me viro é galochas do jumbo para aqui... galochas do jumbo para ali. E aqui a menina também gostava de passear com umas principalmente se forem as pretas as bolinhas, só que o jumbo mais perto fica a 40Km cá de casa, o que me faz mandar os senhores do jumbo as ortigas, pois tiveram o desplante de fechar em Santarém que era bem mais perto.

vou só ali chorar por não ter umas galochas assim e já volto...

Amor é:

Levá-lo a feira em busca dos chocolates preferidos dele, correr todas as ruas da feira em busca dos ditos chocolates, comprar 12 tabletes (seis de cada sabor preferido), ao que a senhora ainda lhe ofereceu mais um e carregar com tudo isto dentro da mala no caminho de volta a casa (sensivelmente 2km).
Se isto não é amor... então não sei o que seja...