segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Banda sonora do dia de Hoje...



É a versão original com o videoclip dos Humanos, porque não encontrei outra... mas para o efeito serve!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Bom fim-de-semana

O meu vai ser passado por terras de nuestros hermanos, lá para os lados de Mérida ( a Roma da Península Ibérica), com os pais e o mano. E vai fazer-me bem. Preciso de mudar de ares, mais do que pão para a boca e quem sabe não venho do fim-de-semana uma pessoa diferente. Então, bom fim-de-semana meus amores.



By the way, disse tudo o que estava cá por dizer, tinha de ser hoje e não podia passar de hoje. Agora é esperar e ver daqui por três dias os estragos que causou...
Sempre fui uma pessoa directa nos assuntos. Sempre disse aquilo que pensava, embora muitas vezes arranjasse maneira de dizer de forma mais suave possível para não magoar ninguém, mas ao longo do tempo fui aprendendo a dizer apenas aquilo que acho necessário. Hoje em dia engulo muitos sapos para não magoar as pessoas, principalmente aquelas que mais gosto, porque há sempre atitudes, palavras ou gestos que não caem bem, mas que poderiam ir desencadear problemas maiores e que se calhar não vale a pena só porque eu não gostei. O problema disto é que depois não ando bem com a minha consciência, fico sempre a remoer naquilo que deveria ter dito, porque as outras pessoas também não se coíbem de me dizê-las. E ando seriamente a pensar em deitar tudo cá para fora e vai haver quem não goste e vai, possivelmente, desencadear coisas menos boas, mas o facto é que não aguento mais e um dia isto tem de sair. Se calhar hoje é o dia!!

Spooooooorttttiiiinnnng

Afinal também sabemos ganhar por muitos!!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A Saga do rato desaparecido

Mais ou menos há três meses atrás, apresentei-vos aqui no blog o mais recente elemento da família. O Tobias, hoje com quatro meses, parecia (e parece) o gato mais inocente do mundo. Acontece que de inocencia ele não tem nada...
Outro elemento lá de casa era o Remy, um ratinho amoroso, que dorme (ou dormia) de barriga para o ar ou encostado ao bebedouro e que comia bolachas integrais como se não houvesse amanhã. Foi lá para casa antes do Tobias, e o Simão (o outro gato mais velho lá de casa) nunca lhe fez mal, limitava-se a observa-lo a andar na roda. Pois que, no sábado, após uma manhã inteira no hospital, quando chegamos a casa deparamos-nos com um cenário de tragédia. A gaiola do Remy estava no chão e dele nem sinal. Arredamos tudo na cozinha, arredamos os moveis dos quartos todos, enfim uma verdadeira caça ao rato como nunca se tinha visto antes. O certo é que nunca o encontrámos e perdemos a esperança quando chegámos a sala, porque no tapete da sala estavam marcadas umas patinhas de gato e imagine-se com quê... com sangue, claro. É óbvio que deitámos por terra logo qualquer possibilidade de o encontrarmos. Ainda pus a hipótese de ele estar só ferido e ter-se escondido, mas passados tantos dias nada de aparecer o ratinho. Doí-me o coração cada vez que olho para a gaiola, mas já não tenho grandes esperanças de o encontrar.
Quanto ao Tobias, tenho o estripador lá em casa, capaz de cometer os crimes mais bárbaros sem deixar rasto da vitima.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Parabéns a minha mãe...

... que faz anos hoje. Quarenta e cinco anos e ainda está uma jovem. Agora a parte chata... não faço a minima idéia do que lhe oferecer. Sugestões??

Porque eu hoje estou bem disposta....



... vamos lá, todos a dançar e a levantar os bracinhos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Eu e o meu homem, apesar da boa relação que temos e de nos completarmos na perfeição, somos muito, mas muito diferentes. Diria até tão diferentes como a água e o vinho. Por exemplo, eu gosto de sair, seja a noite, seja em passeio, o que for... o meu homem detesta, quem lhe tira a casa dele, tira-lhe tudo. Eu sou do Sporting, ele tem como clube do coração o Benfica. Ele adora tudo o que seja deporto, eu é mais estar esticada ao comprido sem fazer nenhum. É claro que chegamos sempre a um consenso e não andamos sempre a discutir, mas as vezes é dificil, porque se há coisa que temos em comum é a teimosia.
Ora, no outro dia estávamos nós a conversar animadamente sobre cursos de línguas e tudo mais quando eu disse que naquele dia tinha ido lá ao trabalho a mulher de um ex-trabalhador para lhe fazer uma declaração em francês e que até me tinha saído bem. Pois que o meu homem desata a ralhar comigo que não é mulher, que isso é brejeiro e vulgar, que é senhora que se diz, que assim é que se fala correctamente. Ora eu, que não sou de me ficar, atirei-lhe logo com resposta em duplo. Que ser brejeiro era se eu tivesse dito gaja, e que mulher era um termo como outro qualquer que as pessoas tem mania de não aplicar por acharem que não é chique, tal como mama. Eu digo que tenho um caroço na mama, não há cá peito ou maminhas, ou seio... há que chamar as coisas pelos nomes, é para isso que eles servem. Como é claro, não fiquei contente com a resposta e ainda lhe disse que ser Licenciado a meio de um mestrado e escrever com erros, isso sim era grave, que até podia falar muito bem, mas que dando erros perdia toda a credibilidade. É claro que ele se fartou de contrapor, mas sendo eu uma rapariga de resposta rápida e na ponta da língua para estas situações lá continuei a desfiar argumentos.
Para mim o grave não são as palavras, são a entoação e o contexto que lhes empregamos. Para mim brejeiro é dizer palavrões em frente aos pais, por mais idade que se tenha e mesmo não sendo directamente para eles, acho uma falta de respeito e de uma brejeirice que não tem explicação.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Estou de volta as corridas. O M. está de férias de modos que não tenho tido descanso. Na quarta feira foram quinze minutos de corrida seguidos, ontem foram vinte e o pior é que ele não se contenta só com a corrida. É ver-me a subir bancos de jardim 20 vezes com cada perna num total de três serie (60 vezes portanto), é ver-me a fazer pulos de galo como se o mundo fosse acabar amanhã e é ver-me sempre vermelha qual tomate maduro prestes a dar as ultimas. Durante três semanas tenho para mim que estes vão ser os meus planos de final de tarde.
As saudades que eu tenho de ir correr com a minha cunhada. É que com ela além de ser menos tempo, porque ela aguenta muito menos que eu, ainda dá para ir pondo a regatice em dia. Com o M. é quase, quase como se estivesse na pele dos militares que ele treina!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O Gato Miau

Quem acompanha o blog há algum tempo (ou desde o inicio vá...) sabe que sempre achei que tinha jeito para manualidades como seja a costura. Ou seja, de vez em quando gosto de fazer o gosto ao dedo e achar que consigo fazer algumas coisas com tecido e com feltro. No entanto, e porque as coisas são mesmo assim, houve uma altura em que não fazia nada de nada, porque não tinha tempo ou simplesmente porque, como não sei coser a maquina (não herdei o jeito da minha mãe, infelizmente), tudo, mas tudo é cosido a mão e não me apetecia estar com grande trabalho.
Acontece que agora, com as tardes não são preenchidas com nada em especial, voltei a dedicar-me a esta arte da costura e do feltro e dos retalhos e das linhas... e vai daí, vida nova, blog novo. Não, o Formiga não vai acabar, mas tenho outro que serve para eu apresentar as minhas modestas criações. De modos que, pedia o favor aos meus amores para me visitarem aqui e dizerem de vossa justiça. Se avanço com esta ideia, ou se escondo as tesouras para todo o sempre.

Um dia mando este trabalho e principalmente o boss para um sitio que ele não vai gostar!!!

Por nrma sou uma pessoa muito paciente, até demais. Aguento coisas que muita gente não aceitaria de animo leve, mas que eu, dado a minha paciencia vou ouvindo e calando. Mas chega a um ponto que chegamos ao limite não é? E hoje estou prestes a atingir o meu. Hoje estou particularmente agressiva nos modos e já faltou mais para agarrar na minha malinha a ir a minha vida.
O meu boss hoje está que não se pode aturar. Já fiz quilómetros entre o escritorio e o carro dele, alturas houve em que, acabadinha de chegar de lá, ainda não estava a sentar o meu rabinho na cadeira e já ele estava a apitar outra vez para eu lá ir. Fora o estar ao telefone com alguém e ele ligar-me para o telemovel e eu ter de estar a falar com duas pessoas ao mesmo tempo, fora mandar-me fazer uma tarefa que lhe compete a ele e no fim de a fazer dizer que não está bem feita. Mas eu lá tenho a culpa de que não lhes paguem?? Limito-me a fazer o meu trabalho que é ligar a pedir o pagamento e perguntar para quando e fazer uma pressãozinha, mas não posso (nem quero) apontar uma arma as pessoas que estão do outro lado só porque elas também não tem ordens de efectuar o pagamento. F***-** que isto já esteve mais longe da bolha rebentar! Ai já...já!!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Homens deste país...

Se ver-vos de calções curtos, muito acima do joelho, já não é agradável, se tiverem as pernas brancas qual lula em fase terminal é para lá do que uma pessoa consegue suportar visualmente.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sou gaja... e depois???

Quando escolhi ser arqueóloga, ainda na inocência da tenra idade, nunca pensei em vir a deparar-me com problemas de escolha entre géneros. Sempre achei que o trabalho ia aparecer relativamente fácil, que bastava queremos muito e que o facto de ser gaja não impedia em nada ser boa profissional. No entanto, os anos foram passando e aquando a minha frequência universitaria, comecei a reparar que o mundo da arqueologia não é tão brilhante quando as peças em ouro que gostamos de encontrar. As moças, mesmo boas estudantes e profissionais que sejam, têm sempre, mas sempre que se esforçar um pouco mais que o meninos, mesmo que eles sejam os mais desleixados de todos os tempos, e casos houve, na minha turma, de um professor, aquando a realização de um teste, ter dado nota negativa a todas as meninas justificando que arqueologia era um trabalho de homens e não de raparigas. Vozes se levantaram contra esta afirmação e o senhor lá achou por bem pedir desculpa pelo comentário e ser realmente justo relativamente as notas. Também a forma como nos vestimos tem uma certa influencia aos olhos mais experientes, uma rapariga que vista calças com bolsos é muito melhor profissional, do que uma que calce sapatos de salto alto, porque esta ultima é uma betinha, porque vai ter medo de sujar as mão e de andar de joelhos no chão. E não podiam estar mais enganados. Quanto á parte que me toca, tão depressa posso estar de calças de bolsos e panamá na cabeça, como posso calçar sapatos de salto alto e em nenhuma das ocasiões tenho medo de sujar as mãos, porque isso parte da personalidade de cada um e se á partida escolhe esta profissão é porque, obviamente, sabe ao que vai. Não acredito que haja uma só alminha feminina que escolha arqueologia só para ser como a Lara Croft, ou que queira um trabalho exclusivamente de museu. Ser arqueóloga é andar com as mãos na terra, é respirar pó até não conseguirmos mais, é crivar ter o crivo como melhor amigo e usar picareta até nos doerem os braços, é acartar baldes de pedras só porque sim. Ora e todo este discurso porquê, perguntam vocês... porque todos os dias tenho estado atenta as ofertas de trabalho na minha área, e hoje houve uma que me chamou a atenção pela negativa. Dizia a oferta que queriam arqueólogos para um acompanhamento qualquer não sei bem onde, que já não me lembro, mas que obrigatoriamente teriam de ser masculinos. Então e nós raparigas? Não temos direito ao nosso lugar? Não temos direito a trabalhar na área, só porque se parte do pressuposto que é uma área exclusivamente de homens, apesar de as turmas serem maioritariamente femininas? Fiquei revoltada, a serio que fiquei...

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Acabei de constatar que de hoje a, precisamente, quatro meses faço anos. E começa a contagem decrescente... isso e a falta de paciência comigo que vou provocar ás pessoas que me são próximas...

Tenho muita paciência é o que é...

Boss: Faz-me um cheque de duzentos e poucos euros de despesas
Eu: Ok...

Meia hora depois, quando vem buscar o cheque...
Boss: Mas porque é que o cheque só te duzentos e poucos euros?? Eu falei em quatrocentos...
Eu: Não, d. O. falou-me em duzentos.
Boss: Nunca percebes nada do que te dizemos...



Agora de momento, estou a ouvir o concerto dos Pink Floyd em altos gritos, que é como quem diz, que isto em vez de parecer um escritório parece um festival de verão, só que dentro de quatro paredes.

Deus quando me deu paciência sabia o que estava a fazer.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Quando, há um ano, acabei o meu curso (arqueologia, para quem não se lembra), disse a mim mesma que ia tirar um tempo para mim. Continuar a trabalhar, sim, mas que ia deixar de lado por uns tempos as preocupações de um mestrado ou até mesmo de uma pós graduação. Continuei, não afincadamente, reconheço, a procurar emprego (quer dizer... trabalho...) na minha área, mas sempre com o pensamento de que tinha de descansar primeiro a minha cabeça, pois ao fim de dois anos consecutivos a correr, literalmente, de um lado para o outro entre trabalho, faculdade e casa, a cabeça já não dava para muito mais.
Ora, um ano volvido e muitas entrevistas depois, cá continuo eu no meu part-timezinho, que, apesar disso, me tira anos de vida. As manhã são passadas no trabalho, mas as tardes, senhores, as tardes são infinitamente grandes quando não se tem nada para fazer. Geralmente são passadas entre o computador, a procura de ofertas de trabalho (em tudo o que houver, que eu cá não sou esquisita), a enviar centenas de curriculos (curriculae para ser mais correcta...pimba) e a fazer refresh na pagina de e-mail a espera que chegue alguma resposta positiva. Mas ela, a resposta, tarda em chegar. Dou por mim a sentir-me inútil, sem capacidades e estagnada a ver o barco passar. E o que eu detesto estar assim....
As vezes penso que os meus pais deviam ter tido um pulso mais firme na questão da minha profissão. Quando eu lhes disse que queria ser arqueóloga, deviam ter-me internado logo na ala de psiquiatria do hospital mais próximo. Isso, ou darem-me três pares de estalos bem puxados a trás para tirar dali o sentido.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Do fim-de-semana

Em Sesimbra esteve-se bem, obrigada! Ficava lá o resto do mês sem me chatear grande coisa com isso. Apesar de irmos para a praia comum, porque ia a familia toda do M, (quando vamos só os dois vamos para um pequeno paraiso mais sossegado), e apesar do ventinho que se fazia sentir, da agua gelada e do areal mais que pequeno, esteve-se muito bem.
Sexta feira lá volto eu é vidinha chata de praia, casa, sesta e praia... oh vida dura.

Entretanto reparei que aqui o formigueiro já teve 50.000 visitas. Muito obrigadinha!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Um dia despeço-me por justa causa

Toda a gente sabe ou pelo menos quem acompanha este blog, que sou a pessoa que, provavelmente, tem os piores boses do mundo. E toda a gente também já leu algures aqui, pelo menos duas vezes, que o meu patrão tem muito pouco sentido de oportunidade. Ora hoje foi mais uma vez...
Esta noite, passei uma noite de cão, a vomitar e cólicas devido, acho eu, a uma paragem de digestão. O jantar, apesar de leve não me caiu bem, e achei por bem fazer um cházinho que só me fez pior, de modos que, eram 2h da manhã e ainda eu não pregava olho, ora vomitava, ora lavava os dentes, ora vomitava, ora lavava os dentes. Desde ontem a noite, ao jantar, que nada entra na minha boca, a não ser umas pastilhas de mentol, que toda a gente sabe que vomitar não é agradável. E então, perguntam vocês, o que é que isto tudo tem a ver com o boss??? Tem a ver que sua excelência entidade patronal, disse-me há coisa de cinco minutos que eu tenho de "ter cuidado, porque posso ter uma "ursula" instalada no meu estômago ou então dentes, se calhar é um problema de dentes". By the way, se eu não tivesse a certeza de que sou uma pessoa asseadinha e preocupada com estas coisas, seria coisa para deitar por terra toda a minha pequena auto-estima, assim sendo e porque não há ninguém mais hipocondriaco que eu, ando sempre em cima dos acontecimentos, logo tão propositadas afirmações não me abalam (muito). Se eu soubesse tinha era telefonado de manhã a dizer que não podia vir trabalhar, era o que deveria ter feito era!

Bom, o que realmente me importa é que estou a pouco mais de meia hora de partir de fim-de-semana para Sesimbra. De vez em quando gosto de levar a "ursula" a passear. Sou um coração mole!!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O que eu aturo

Já toda a gente sabe que os meus "bosses" não regulam muito bem. Ultimamente, uma vez que o trabalho diminuiu drasticamente, é comum eu estar muitas vezes sozinha, e passam-se dias (Louvado seja o Senhor) em que não tenho qualquer contacto visual com eles. Ora o meu boss tem muito a mania de falar sozinho, ou de me chamar para ir a rua para me dizer alguma coisa, mas quando lá chego esquece-se... enfim. Hoje, foi:

Boss: Tens o numero??
Eu: Qual numero Sr. T?
Boss: O numero deles??
Eu: Eles quem?
Boss: Deles
Eu: Pois, mas o eles pode ser muita gente, e se não me disser quem são eu não sei!
Boss: Ah... já não me lembro!

Preciso urgentemente de arranjar um trabalho, para bem da minha sanidade mental