terça-feira, 20 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Parabéns para mim!!!
Há 26 anos nascia uma menina carequinha a quem o pai disse, pela primeira vez que a viu, "ai... é tão feia". Entretanto ao longo da vida foi-me compensado para que não fosse uma criança traumatizada por tão horriveis palavras.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Sou só eu??
Eu não sei se sou só eu, se é só a mim que acontece e se estou sozinha nesta batalha, mas cada vez que vejo o anuncio da vibroplate, que dá só umas 350 vezes em meia hora, ganho instintos assassinos. Há alguém que se queira juntar a mim e fazer um movimento anti-anuncio da vibropalte? Anyone?
Tenho estado com uma constipação do caracinhas. Isto de ir acampar com chuva e frio já não é a mesma coisa e tenho de mentalizar-me que já não tenho idade para estas aventuras. Os 25 (quase 26) anos já pesam e a comprovar isso está o facto de nenhum dos meus meninos estar constipado, apesar de terem feito uma caminhada de 8km sob chuva intensa. Eu que apenas me ia salpicando aqui e acolá apanhei uma constipação daqui a marte, que tem como consequencias assoar-me até arrancar o nariz, espirrar cerca de 5000 vezes por dia, ter dores musculares e de cabeça e perder um dia de trabalho. No entanto nem tudo é mau. Prefiro estar eu constipada a ter de fugir de meia duzia de pais em furia a correr atras de mim porque os seus rebentos apanharam tres pinguinhos de chuva.
Chego a conclusão que sou uma flor de estufa!!
Chego a conclusão que sou uma flor de estufa!!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Passagem de Ano
Todos os anos por esta altura é a mesma coisa. Sou bombardeada com perguntas então e onde é que vais passar o ano? Então e quem é que vai? E o que vais levar calçado? E vestido? Enfim... Eu que sou uma pessoa um tanto festiva, sinceramente não ligo muito á passagem de ano. Por norma é uma "festa" caseira na casa da I. com três ou quatro amigos mais chegados. Já lá vai o tempo em que tinha paciência e tempo para organizar grandes passagens de ano lá em casa, com todos os amigos e mais algum que aparecesse, mas isso é coisa que dá muito trabalho e já não estou voltada para essas andanças. A ultima vez que fiz uma passagem de ano, assim mesmo, á seria foi há quatro anos na Nazaré. Éramos vinte pessoas numa casa e ninguém imagina o caos que foi organizar vinte pessoas para que nada faltasse e principalmente para que todos se sentissem bem. Isto sem falar na confusão que foi nas ruas, onde nem um alfinete cabia e onde andávamos ao sabor do que as outras pessoas queriam porque ninguém se conseguia mexer. De modos que este ano vai ser uma coisa ainda mais caseira. O pijama vai ser a indumentaria e a lareira a melhor amiga. O M. vai estar de serviço nessa noite, pelo que não se esperam grandes acontecimentos especiais e as tantas ainda saúdo o novo ano a dormir.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Hoje é domingo, mas devia ser sexta feira. Não gosto dos domingos. É talvez um dia pior que a segunda feira. Para mim o domingo perfeito é o domingo que é seguido de um feriado, ou de umas belas férias (que ainda não tive este ano e que não sei se vou ter). É domingo e eu não gosto, porque é dia do M. ir para Beja e só voltar daqui por quinze dias. Os domingos são maus e chatos. São sinal de distancia, de trabalho no dia seguinte, de rotina e de pensamentos menos bons. Não gosto dos domingos.
sábado, 3 de dezembro de 2011
O presépio cá de casa
Estou completamente rendida ao presépio que cá chegou a casa hoje. A árvore de natal já está feita há mais de uma semana, e como não podia faltar o presépio, cá está ele. Adoro o S. José com caracóis louros.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
No dia que eu perceber os meus bosses compro foguetes e mando. Se ligo o ar condicionado é porque ligo e porque está um calor que não se pode e que nem sequer dispo o casaco. Sim é verdade, até com o facto de despir ou não o MEU casaco eles implicam. Se não ligo o ar condicionado é porque não ligo e porque vou morrer de frio aqui fechada. Estranho não é? POis eu também acho!!
domingo, 27 de novembro de 2011
Boas Acções
Sempre que posso as boas acções estão presentes nas minhas atitudes. O raramente conseguir dizer que não faz parte do meu feitio e o ser escuteira faz com que sinta ainda mais a necessidade de ajudar os outros. O pensar que um simples gesto meu pode fazer toda a diferença para alguém é coisa que me enche o coração. Por isso é que nesta altura, mais do que nas outras, contribuo com o que posso. Este fim de semana foi por isso cheio de boa vontade. Ontem contribui por duas vezes com um saco cheio para o Banco Alimentar e hoje voltei a fazê-lo com o M. quando num passeio encontramos alguém que nos pediu ajuda. Ao pedir-nos dinheiro porque estava cheio de fome preferimos leva-lo ao café mais próximo e pagar-lhe o pequeno almoço, coisa que ele só refilou por ser no café e não no supermercado que era mais barato. Assim quando íamos a entrar para o Pingo Doce a fim de pagarmos então um pequeno almoço com tudo o que o senhor tinha direito, mais uma vez agarrei num saco e enchi-o cheia de vontade, enquanto o M. pagava a conta do pequeno almoço. Porque sabe bem fazer alguma coisa por quem precisa, porque toda a gente devia ter direito a uma vida com oportunidades e em que não lhe faltasse pelo menos o essencial á vida, porque saímos do supermercado com a sensação de dever cumprido mas em silencio, cada um envolto nos seus pensamentos de como nunca sabemos como será o amanhã e se seremos nós a precisar.
Ainda estão a tempo, a campanha dura hoje o dia todo. Vamos lá... um pacote de arroz não custa assim tanto e pode fazer falta a muita gente.
Ainda estão a tempo, a campanha dura hoje o dia todo. Vamos lá... um pacote de arroz não custa assim tanto e pode fazer falta a muita gente.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Os adultos fazem as escolhas...
... e depois os filhos que se encaixem. Sempre acreditei que o casamento dos meus pais era para toda a vida. Infelizmente não foi e, após 26 anos de uma vida conjunta e dois filhos na rifa, a minha mãe decidiu sair de casa. Escolheu o caminho dela e foi viver sozinha para a nossa antiga casa ao lado dos meus avós. Eu e o meu irmão decidimos ficar com o meu pai pois sem nós ficaria completamente sozinho, uma vez que não nos damos com a família paterna. Acontece que se antes estavam juntos e era discussões todos os dias, ou semanas sem dirigirem a palavra um ao outro, fazendo de mim e do meu irmão pombos correio, agora a única coisa que mudou foi mesmo as discussões que deixaram de existir. Tudo o resto mantém, e sou eu, sendo a mais velha, que tem de fazer chegar as informações para bem comum a cada uma das partes. E eu acho que já estou no meu limite, porque toda a gente está sempre a espera que seja eu a resolver, porque toda a gente está sempre a espera que seja eu a fazer. Ninguém me pergunta se posso, se me da jeito ou simplesmente se me apetece. Toda a gente parte do pressuposto que eu vou fazer. E isto chateia-me, irrita-me e desgasta-me. Porque não fui eu que escolhi ter pais separados, porque faço de tudo para o meu irmão não sentir muita diferença na vida de agora (que tem um orçamento cada vez mais limitado que me compete a mim gerir) e principalmente porque apesar de já ter 25 anos SÓ tenho 25 anos e deveria era estar a preocupar-me em juntar dinheiro para mim, ou gastar onde me apetecesse sem ter de me preocupar se o leite aumentou ou se há cereais que cheguem para o pequeno almoço do meu irmão. Se estou a ser egoísta? Se calhar sim, mas com 25 anos não é o que somos todos, um bocadinho, afinal? Tudo isto para dizer, que os adultos deveriam ter cursos de como se portarem diante de situações difíceis sem por os filhos na embrulhada, porque afinal de contas, são os filhos quem menos culpa tem das escolhas dos pais.
sábado, 19 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
se o arrependimento matasse...
....a esta hora estaria com certeza noutro mundo qualquer, que não o da blogosfera.
Ontem fui finalmente buscar o meu certificado de habilitações. Após uns breves minutos na secretaria da faculdade, decidi rumar até ao Dolce Vita e ver o que há de novas tendências. Numa entrada por saída na Primark encontrei uns lindos sapatinhos muito semelhantes a estes (que eu não tenho orçamento para uns sapatos de sola vermelha, a não ser que seja eu a pinta-las), que por dez euros eram uma compra daquelas assim supimpas que eu tanto gosto. No entanto não os trouxe comigo e agora a minha consciência não me larga. Desde ontem que penso neles a toda a hora e a todo o instante chegando mesmo ao cumulo de pensar, se calhar, mais neles que no M. que espero que não venha ler este post a fim de verificar que estou na fase em que penso mais em sapatos. De modos que acho que vou enlouquecer até encontrar novamente uns assim e pelo mesmo preço (vá se for um bocadinho mais também não faz mal). Portanto, meus amores, se virem uns irmãos gémeos destes seja onde for avisem aqui a menina que vos ficará imensamente grata.
Ontem fui finalmente buscar o meu certificado de habilitações. Após uns breves minutos na secretaria da faculdade, decidi rumar até ao Dolce Vita e ver o que há de novas tendências. Numa entrada por saída na Primark encontrei uns lindos sapatinhos muito semelhantes a estes (que eu não tenho orçamento para uns sapatos de sola vermelha, a não ser que seja eu a pinta-las), que por dez euros eram uma compra daquelas assim supimpas que eu tanto gosto. No entanto não os trouxe comigo e agora a minha consciência não me larga. Desde ontem que penso neles a toda a hora e a todo o instante chegando mesmo ao cumulo de pensar, se calhar, mais neles que no M. que espero que não venha ler este post a fim de verificar que estou na fase em que penso mais em sapatos. De modos que acho que vou enlouquecer até encontrar novamente uns assim e pelo mesmo preço (vá se for um bocadinho mais também não faz mal). Portanto, meus amores, se virem uns irmãos gémeos destes seja onde for avisem aqui a menina que vos ficará imensamente grata.
Começa hoje a minha contagem.
A contagem para o dia mais importante do mundo.
A contagem que deixa qualquer um que lide comigo diariamente de cabelos em pé e com vontade de me bater até magoar.
A contagem de trinta dias que custam a passar, mesmo quando toda a gente diz que o tempo voa e que há (quase) 26 anos eu era um pequeno palmo de gente.
A contagem á velocidade de pedinchar uma prenda por dia até ao mês que vem.
Daqui a um mês faço anos e faço questão que ninguém se esqueça.
A contagem para o dia mais importante do mundo.
A contagem que deixa qualquer um que lide comigo diariamente de cabelos em pé e com vontade de me bater até magoar.
A contagem de trinta dias que custam a passar, mesmo quando toda a gente diz que o tempo voa e que há (quase) 26 anos eu era um pequeno palmo de gente.
A contagem á velocidade de pedinchar uma prenda por dia até ao mês que vem.
Daqui a um mês faço anos e faço questão que ninguém se esqueça.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Todos os dias, incluindo fins de semana, tenho uma forma de acordar (e não só, porque se repete ao longo do dia) muito particular. Pois que as sete e meia da manhã, já a criança do andar em baixo está montada naqueles carrinhos que deslizam chão fora. Ora a sensação que me dá é que tenho uma pista de descolagem mesmo por baixo dos pés. E se ao inicio ainda levava na brincadeira, agora, sinceramente começo a ponderar seriamente ir la falar com a senhora. Durante a semana, é levemente incomodo, porque assim como assim tenho mesmo de me levantar, mas ao fim de semana é de doidos e só dá vontade de dar murros ao chão para ver se eles percebem que estão a incomodar os outros, porque nem toda a gente é obrigada a levantar-se as sete e meia da manhã a um sábado ou domingo e principalmente porque o filho é deles e nem toda a gente é obrigada a participar das brincadeiras do puto. E sim, eu até compreendo o facto de ele ser uma criança, o que eu não compreendo é a necessidade dos pais de se fazerem ouvir a falar com ele, a participar nas brincadeiras dele, que basicamente não vão muito além do carro andar para a frente e para trás (e as vezes faz-me pensar que eles têm uma casa o dobro da minha ou sem nada lá dentro) e do pai gritar golo em plenos pulmões. E vá lá que ele já não chora noite e dia sem cessar.
Ora tudo isto me leva a pensar que este casal só começou a falar um com o outro depois de terem a criança. Antes não se ouvia nada de nada, tirando a parte de ele escarrar de dois em dois minutos fazendo com que isso ecoasse prédio acima, coisa que alias ele faz questão de manter. Agora não, ouve-se tudo, até mesmo quando parecem estar a falar em tom normal. Se eu que moro por cima o deslizar irritante do carrinho me incomoda eu imagino como estará a moça que mora por baixo deles. Deve ser de por os cabelos em pé.
E nem vos conto quando os avós cá vêm.
E nem vos conto quando os avós cá vêm.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O mundo além da chuva
Porque há dias me que uma pessoa precisa de algo que nos alegre ou porque há dias em que finalmente se encontra uns botins que realmente nos enchem as medidas, cá estão eles. As minhas mais recentes aquisições, quando a única intenção era "apenas dar uma vista de olhos". Mas não fui capaz de os deixar lá sozinhos depois de dois anos de busca intensa por uns botins que coubessem no meu pé 35 que não fossem espampanantes ou caros em demasia.
Ora bem, estamos aqui estamos no natal, e como tenho andado inspirada para as artes, decidi criar também uma pagina no facebook para a divulgação dos meus trabalhitos. Sim é verdade que já tinha um blog, mas hoje em dia o facebook é um mundo e há que alargar sempre os nossos horizontes. Assim os meus amores podem visitar as minhas coisas aqui, alem, claro, do blog ali no canto superior. Modestia a parte, são coisas engraçadas que podem dar prendas giras e em conta (que eu sou uma pessoa atenta as dificuldades do pais). Portanto, passem por lá e sejam também meus amigos facebookianos.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Isto está a ficar negro, está. E não me refiro só ao tempo. Há mais ou menos um mês, andava a minha vida já as cambalhotas, aqui a empresa onde trabalho recebeu uma carta com o aviso de um pedido de insolvencia por parte de uma das empresas para quem trabalhamos. Apesar da má noticia, ninguém baixou os braços e fez-se de tudo para que isto continuasse a andar para a frente. Há duas semanas, recebemos uma nova carta de outra empresa também a avisar que tinham ido, assim como quem diz, por agua abaixo. Ainda assim, continuou-se a trabalhar e a tentar que as coisas andassem, ainda que mais devagar. Hoje, outra vez a mesma historia, mas desta vez por telefone. Neste momento, estamos todos sem saber muito bem o que fazer. A vontade é não baixar os braços, mas já não se vê luz ao fundo do tunel.
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